sexta-feira, 29 de abril de 2022
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
Geometria Descritiva - Rotação do Plano
By Deniezio S Gomesagosto 12, 2021GD, Geometria Descritiva, Métodos Descritivos, Rotação
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Fala aí galerinha do blogger, beleza?
Estamos aqui de novo, para dar continuidade ao nosso conteúdo de Geometria Descritiva, no caso, estamos falando do Método Descritivo denominado Rotação, e hoje, vamos encerrar este conteúdo falando sobre a Rotação do Plano.
Pois bem, quando falamos em rotacionar um plano, ou melhor, quando desejamos rotacionar um plano em torno de um eixo, estamos falando em rotacionar três pontos não colineares deste plano, ou, uma reta do plano e um ponto do plano que não pertença a esta reta, ou ainda, rotacionar duas retas paralelas ou concorrentes que pertençam a este plano.
Ou seja, para rotacionar um plano devemos rotacionar os elementos geométricos que o definem: três pontos não colineares; uma reta e um ponto fora dela; duas retas concorrentes; duas retas paralelas, em mesmo sentido e mesma amplitude.
Diante do que foi descrito anteriormente, e baseando-se nos conteúdos das aulas anteriores, facilmente conseguiríamos realizar a rotação do plano, quando este for definidos pelos seus elementos geométricos, porém, se o plano for definido por seus traços, como se proceder?
Esta aula é basicamente para explicarmos o passo a passo para esta rotação, ou seja, rotacionar um plano definido por seus traços.
- ROTAÇÃO DE UM PLANO DEFINIDO POR SEUS TRAÇOS
Quando objetivamos rotacionar um plano que é definido por seus traços, é comum realizarmos a rotação de uma reta do plano e um ponto do plano fora dessa reta. Nesse contexto, é preferível que se escolha como reta do plano, a sua interseção com o plano ao qual o eixo de rotação seja perpendicular, deste modo:
Na Figura (A) temos a rotação de um plano em torno de um eixo vertical, enquanto que na Figura (B), temos a rotação de um plano em torno de um eixo de topo.
Observem que, para realizar a rotação do plano tanto em torno do eixo vertical (Figura A), seguiu-se os seguintes passos:
Analogamente, fez-se a rotação do plano em torno do eixo de topo. Só que desta vez, faz-se uma perpendicular (e')(A') ao traço vertical do plano, partindo da projeção vertical do traço do eixo de topo (e), rotaciona-se a projeção vertical do ponto (A) no traço vertical do plano, perpendicularmente a (e')(Ā') constroi-se o traço vertical do plano após a rotação, faz-se por (e) uma reta frontal (r) do plano (α) antes da rotação, e outra (s) após a rotação, e, por fim passando por H2 construiu-se o traço vertical do plano (α)
PRINCIPAIS APLICAÇÕES DA ROTAÇÃO DO PLANO
- Tornar um plano qualquer em um plano vertical.
Tornar um plano qualquer em um plano vertical é uma tarefa simples, pois, basta realizar uma rotação em torno de um eixo de topo.
Vejam que para para que um plano qualquer torne-se um plano vertical a partir de uma rotação, fez-se o passo a passo já discriminado anteriormente, só que de forma mais simples, pois, primeiramente, partindo da projeção vertical do eixo (e), foi tirada uma perpendicular em relação ao traço do plano, fez-se a rotação em torno do eixo fazendo com que o segmento (e')(Ā') ficasse paralelo a linha de terra, com isso, construiu-se o traço vertical do plano, passando por Ā' e perpendicular a linha de terra. Na sequência determinou-se uma reta frontal (f) do plano dado (α), por fim determinou-se o traço horizontal do plano, com esse passando pela projeção horizontal da interseção entre o eixo e a frontal (f) determinada anteriormente e se interceptando com o traço vertical, já definido, na linha de terra.
- Tornar um plano qualquer em um plano de topo.
Para tornar um plano qualquer em um plano de topo, basta realizar uma rotação em torno de um eixo vertical.
De forma análoga ao que já vem sendo dito, para tornar um plano qualquer em um plano de topo a partir de uma rotação, basta: tirar uma perpendicular em relação ao traço horizontal do plano, partindo da projeção horizontal do eixo de rotação, na interseção desta com o traço, define-se um ponto, que para o exemplo foi chamado de (A), rotaciona-se esse ponto até que o segmento (e)(Ā) fique paralelo a linha de terra, então passando por (Ā) perpendicularmente a linha de terra determina-se o traço horizontal do plano após a rotação. Na sequência determina-se uma reta horizontal do plano (α) dado antes da rotação e faz passar pela projeção vertical da interseção desta reta com o eixo, o traço vertical do plano que deve se interceptar com o traço horizontal, já determinado, na linha de terra.
- Tornar um plano qualquer em um plano horizontal
O plano horizontal é um plano paralelo ao plano horizontal de projeção e perpendicular ao plano vertical de projeção. O plano qualquer é oblíquo a ambos os planos de projeções. Dessa forma, para tornamos um plano qualquer em um plano horizontal é necessário uma dupla rotação, a primeira para tornar esse plano perpendicular a um dos planos de projeções, no caso ao plano vertical, e a segunda para tornarmos esse plano paralelo ao plano horizontal.
Ou seja, primeiro deve-se tornar esse plano qualquer em um plano de topo, e na sequência em um plano horizontal. Como vimos, para tornar um plano qualquer em um plano de topo, devemos rotacionar esse plano em torno de um eixo vertical, por fim, para tornar esse plano de topo em um plano horizontal a segunda rotação não pode ser igual a primeira, ou seja, devemos realizar uma rotação em torno de um eixo de topo.
- Tornar um plano qualquer em um plano frontal
O plano frontal é um plano perpendicular ao plano horizontal de projeção e paralelo ao plano vertical de projeção. Para tornamos um plano qualquer em um plano frontal, também faz-se necessário uma dupla rotação. A primeira uma rotação em torno de um eixo de topo de modo a tornar o plano qualquer perpendicular a um dos planos de projeções, que no caso é o plano horizontal, e a segunda rotação para tornarmos esse plano paralelo ao plano vertical.
Ou seja, primeiro deve-se tornar esse plano qualquer em um plano vertical, e na sequência em um plano frontal. Já é de nosso conhecimento que para tornar um plano qualquer em um plano vertical, devemos rotacionar esse plano em torno de um eixo de topo, assim a segunda rotação, que deve ser em torno de um eixo diferente da primeira, será em torno de um eixo vertical.
- Tornar um plano qualquer em um plano paralelo a linha de terra
Para tornar um plano qualquer em um plano paralelo a linha de terra, pode-se optar por uma rotação em torno de um eixo vertical ou uma rotação em torno do eixo de topo.
Estamos aqui de novo, para dar continuidade ao nosso conteúdo de Geometria Descritiva, no caso, estamos falando do Método Descritivo denominado Rotação, e hoje, vamos encerrar este conteúdo falando sobre a Rotação do Plano.
Pois bem, quando falamos em rotacionar um plano, ou melhor, quando desejamos rotacionar um plano em torno de um eixo, estamos falando em rotacionar três pontos não colineares deste plano, ou, uma reta do plano e um ponto do plano que não pertença a esta reta, ou ainda, rotacionar duas retas paralelas ou concorrentes que pertençam a este plano.
Ou seja, para rotacionar um plano devemos rotacionar os elementos geométricos que o definem: três pontos não colineares; uma reta e um ponto fora dela; duas retas concorrentes; duas retas paralelas, em mesmo sentido e mesma amplitude.
Diante do que foi descrito anteriormente, e baseando-se nos conteúdos das aulas anteriores, facilmente conseguiríamos realizar a rotação do plano, quando este for definidos pelos seus elementos geométricos, porém, se o plano for definido por seus traços, como se proceder?
Esta aula é basicamente para explicarmos o passo a passo para esta rotação, ou seja, rotacionar um plano definido por seus traços.
- ROTAÇÃO DE UM PLANO DEFINIDO POR SEUS TRAÇOS
Quando objetivamos rotacionar um plano que é definido por seus traços, é comum realizarmos a rotação de uma reta do plano e um ponto do plano fora dessa reta. Nesse contexto, é preferível que se escolha como reta do plano, a sua interseção com o plano ao qual o eixo de rotação seja perpendicular, deste modo:
- Escolhe-se o traço horizontal do plano dado, quando a rotação for em torno de um eixo vertical.
- Escolhe-se o traço vertical do plano dado, quando a rotação for em torno de um eixo de topo.
- Escolhe-se o traço do eixo de rotação sobre o plano.
Na Figura (A) temos a rotação de um plano em torno de um eixo vertical, enquanto que na Figura (B), temos a rotação de um plano em torno de um eixo de topo.
Observem que, para realizar a rotação do plano tanto em torno do eixo vertical (Figura A), seguiu-se os seguintes passos:
- Da projeção horizontal do eixo (e), traça-se uma perpendicular (e)(A) ao traço horizontal do plano;
- O ponto onde esta perpendicular tocou o traço horizontal do plano chamamos de (A), no caso a projeção horizontal de um ponto (A);
- Fez-se a rotação do ponto (A) em torno do eixo (e), na amplitude desejada;
- Perpendicularmente ao segmento (e)(Ā) constrói-se o traço horizontal do plano após a rotação;
- Fez-se por (e) uma reta horizontal (r) do plano (α) antes da rotação, e outra horizontal (s) após a rotação;
- Por fim, passando por V2' construiu-se o traço vertical do plano (α).
Analogamente, fez-se a rotação do plano em torno do eixo de topo. Só que desta vez, faz-se uma perpendicular (e')(A') ao traço vertical do plano, partindo da projeção vertical do traço do eixo de topo (e), rotaciona-se a projeção vertical do ponto (A) no traço vertical do plano, perpendicularmente a (e')(Ā') constroi-se o traço vertical do plano após a rotação, faz-se por (e) uma reta frontal (r) do plano (α) antes da rotação, e outra (s) após a rotação, e, por fim passando por H2 construiu-se o traço vertical do plano (α)
- Tornar um plano qualquer em um plano vertical.
Tornar um plano qualquer em um plano vertical é uma tarefa simples, pois, basta realizar uma rotação em torno de um eixo de topo.
Vejam que para para que um plano qualquer torne-se um plano vertical a partir de uma rotação, fez-se o passo a passo já discriminado anteriormente, só que de forma mais simples, pois, primeiramente, partindo da projeção vertical do eixo (e), foi tirada uma perpendicular em relação ao traço do plano, fez-se a rotação em torno do eixo fazendo com que o segmento (e')(Ā') ficasse paralelo a linha de terra, com isso, construiu-se o traço vertical do plano, passando por Ā' e perpendicular a linha de terra. Na sequência determinou-se uma reta frontal (f) do plano dado (α), por fim determinou-se o traço horizontal do plano, com esse passando pela projeção horizontal da interseção entre o eixo e a frontal (f) determinada anteriormente e se interceptando com o traço vertical, já definido, na linha de terra.
- Tornar um plano qualquer em um plano de topo.
Para tornar um plano qualquer em um plano de topo, basta realizar uma rotação em torno de um eixo vertical.
De forma análoga ao que já vem sendo dito, para tornar um plano qualquer em um plano de topo a partir de uma rotação, basta: tirar uma perpendicular em relação ao traço horizontal do plano, partindo da projeção horizontal do eixo de rotação, na interseção desta com o traço, define-se um ponto, que para o exemplo foi chamado de (A), rotaciona-se esse ponto até que o segmento (e)(Ā) fique paralelo a linha de terra, então passando por (Ā) perpendicularmente a linha de terra determina-se o traço horizontal do plano após a rotação. Na sequência determina-se uma reta horizontal do plano (α) dado antes da rotação e faz passar pela projeção vertical da interseção desta reta com o eixo, o traço vertical do plano que deve se interceptar com o traço horizontal, já determinado, na linha de terra.
- Tornar um plano qualquer em um plano horizontal
O plano horizontal é um plano paralelo ao plano horizontal de projeção e perpendicular ao plano vertical de projeção. O plano qualquer é oblíquo a ambos os planos de projeções. Dessa forma, para tornamos um plano qualquer em um plano horizontal é necessário uma dupla rotação, a primeira para tornar esse plano perpendicular a um dos planos de projeções, no caso ao plano vertical, e a segunda para tornarmos esse plano paralelo ao plano horizontal.
Ou seja, primeiro deve-se tornar esse plano qualquer em um plano de topo, e na sequência em um plano horizontal. Como vimos, para tornar um plano qualquer em um plano de topo, devemos rotacionar esse plano em torno de um eixo vertical, por fim, para tornar esse plano de topo em um plano horizontal a segunda rotação não pode ser igual a primeira, ou seja, devemos realizar uma rotação em torno de um eixo de topo.
- Tornar um plano qualquer em um plano frontal
O plano frontal é um plano perpendicular ao plano horizontal de projeção e paralelo ao plano vertical de projeção. Para tornamos um plano qualquer em um plano frontal, também faz-se necessário uma dupla rotação. A primeira uma rotação em torno de um eixo de topo de modo a tornar o plano qualquer perpendicular a um dos planos de projeções, que no caso é o plano horizontal, e a segunda rotação para tornarmos esse plano paralelo ao plano vertical.
Ou seja, primeiro deve-se tornar esse plano qualquer em um plano vertical, e na sequência em um plano frontal. Já é de nosso conhecimento que para tornar um plano qualquer em um plano vertical, devemos rotacionar esse plano em torno de um eixo de topo, assim a segunda rotação, que deve ser em torno de um eixo diferente da primeira, será em torno de um eixo vertical.
- Tornar um plano qualquer em um plano paralelo a linha de terra
Para tornar um plano qualquer em um plano paralelo a linha de terra, pode-se optar por uma rotação em torno de um eixo vertical ou uma rotação em torno do eixo de topo.
- Rotação em torno do eixo vertical
- Girar o traço horizontal do plano em torno do eixo (e), em uma determinada amplitude de modo que este fique paralelo a linha de terra;
- Para determinar o traço vertical, basta passar pelo traço (O) do eixo no plano uma reta auxiliar (aqui (V)(H)). Reta a qual o traço horizontal está sobre o traço horizontal do plano rotacionado e o traço vertical é o ponto onde passará, paralelamente a linha de terra, o traço vertical do plano.
- Rotação em torno do eixo de topo
- Girar o traço vertical do plano em torno do eixo (e), em uma determinada amplitude de modo que este fique paralelo a linha de terra;
- Para determinar o traço horizontal, basta passar pelo traço (O) do eixo no plano uma reta auxiliar (aqui (V)(H)). Reta a qual o traço vertical está sobre o traço vertical do plano rotacionado e o traço horizontal é o ponto onde passará, paralelamente a linha de terra, o traço horizontal do plano.
quarta-feira, 7 de julho de 2021
Geometria Descritiva - Exercícios sobre o Estudo do Ponto
By Deniezio S Gomesjulho 07, 2021Estudo-do-Ponto, Exercícios, GD, Geometria Descritiva
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001 - Construir a épura dos pontos (A) e (B) situados no 4° diedro, de tal modo, que:
a) O ponto (A) está mais próximo do plano horizontal de projeção do que do plano vertical de projeção;
b) O ponto (B) está mais próximo do plano vertical de projeção do que do plano horizontal de projeção.
002 - Construir a épura e determinar as posições de cada um dos pontos a seguir: (A){0; -3; -2,5}, (B){-1; -1; -1}, (C){-2; 1; -1}, (D){1; -1; 0} e (E){2; -2,5; -1}
003 - Construir a épura e determinar as posições dos pontos: (A){0; -3; -2}, (B){-1; 0,5; -3}, (C){0,5; 0; 0,5} e (D){-2; -3; 0,5}.
004 - Construir a épura dos pontos (A), (B), (C), (D) e (E) situados, respectivamente:
a) Na linha de terra;
b) No terceiro diedro mais próximo do plano horizontal de projeção do que do plano vertical de projeção;
c) No semiplano horizontal posterior;
d) No semiplano vertical superior;
e) No semiplano horizontal anterior.
005 - Determinar as projeções dos pontos: (A){1; 2; 0}, (B){3; -3; 4}, (C){5; -5; -3,5}, (D){7; 2; -2}, (W){9; 3; ?} situado no plano horizontal de projeção, (X){11; ?; 2,5} situado no plano vertical de projeção, (Y){ 13, ; -4; ?} situado no plano horizontal de projeção e (Z){15; ?; -6} situado no plano vertical de projeção.
006 - Construir a épura do ponto (A), sabendo que este encontra-se situado no 4º diedro e sua cota é igual a 2/3 do seu afastamento.
007 - Construir a épura do ponto (B), sabendo que este encontra-se situado no 1º diedro e seu afastamento é igual a 1/3 da sua cota.
008 - Construir a épura dos (K), (L), (M) e (N), considerando que:
a) O ponto (K) encontra-se situado no semiplano vertical inferior a 1cm do plano horizontal de projeção.
b) O ponto (L) encontra-se situado no semiplano horizontal anterior a 0,5cm do plano vertical de projeção.
c) O ponto (M) encontra-se situado no 2º diedro mais próximo do plano horizontal de projeção do que do plano vertical de projeção.
d) O ponto (N) encontra-se situado no na linha de terra.
009 - Construir a épura dos pontos (A) e (B) situados, respectivamente, no bissetor ímpar e bissetor par, considerando que: (A){-3; 0,5; ?} e (B){3; ?; 1}.
010 - Determinar as projeções dos pontos (X){-2; -2; ?} situado no plano bissetor ímpar e (Y){2; ?; -3} situado no plano bissetor par.
011 - Construir a épura dos pontos (M){3; ?; 3} e (N){4; ?, 4}, sabendo que (M) encontra-se situado no plano bissetor ímpar e (N) encontra-se no plano bissetor par.
012 - Dado o ponto (Z){-2; -3; 5}, determine as projeções de um ponto (A) simétrico de (Z) em relação ao plano horizontal de projeção.
013 - Dado o ponto (X){-1; -2; 4}, determine as projeções de um ponto (D) simétrico de (X) em relação ao plano vertical de projeção.
014 - Construir a épura dos pontos (A) e (B), sabendo que (B) é simétrico do ponto (A){0; -1; 3} em relação ao plano horizontal de projeção.
015 - Construir a épura dos pontos (C) e (D), sabendo que (D) é simétrico de (C){-2; -4; -1} em relação ao plano vertical de projeção.
016 - Sabendo que o ponto (M){-2; -3; 2} é simétrico do ponto (N) em relação a linha de terra, pede-se a épura dos dois pontos.
017 - Determinar as coordenadas e as projeções do ponto (X), simétrico do ponto (Y){-1; 2; 3} em relação a linha de terra.
018 - Construir a épura dos pontos (M), (N) e (O), sabendo que:
- O ponto (M) é simétrico de (X){3; 1; 3} em relação ao plano horizontal de projeção.
- O ponto (N) é simétrico de (Y){7; -4; 1} em relação ao plano vertical de projeção.
- O ponto (O) é simétrico de (Z){11; 4; -4} em relação a linha de terra.
019 - Dados os pontos (K){1; 3; 2} e (L){2; -3; 1}, determinar as projeções dos pontos (A) e (B), considerando que:
- (A) é simétrico de (K) em relação ao plano bissetor ímpar.
- (B) é simétrico de (L) em relação ao plano bissetor par.
020 - Construir a épura dos pontos (A) e (B), considerando que:
- O ponto (A) é simétrico a (X){3; 3; 1} em relação ao plano bissetor ímpar.
- O ponto (B) é simétrico a (Y){7; -5; -7} em relação ao plano bissetor par.
021 - O ponto (Z){ 3; 1; -6} é simétrico de (Y) em relação ao plano horizontal de projeção, já o ponto (Y) é simétrico ao ponto (X) em relação ao plano bissetor ímpar. Determine as projeções do ponto (X).
022 - O ponto (M) é simétrico do ponto (N) em relação ao plano bissetor ímpar. (N) é simétrico de (O) em relação ao plano vertical de projeção e (O) é simétrico de (Z){-1; 2; 4} em relação ao plano horizontal de projeção. Construir a épura dos pontos (M), (N), (O) e (Z).
a) O ponto (A) está mais próximo do plano horizontal de projeção do que do plano vertical de projeção;
b) O ponto (B) está mais próximo do plano vertical de projeção do que do plano horizontal de projeção.
002 - Construir a épura e determinar as posições de cada um dos pontos a seguir: (A){0; -3; -2,5}, (B){-1; -1; -1}, (C){-2; 1; -1}, (D){1; -1; 0} e (E){2; -2,5; -1}
003 - Construir a épura e determinar as posições dos pontos: (A){0; -3; -2}, (B){-1; 0,5; -3}, (C){0,5; 0; 0,5} e (D){-2; -3; 0,5}.
004 - Construir a épura dos pontos (A), (B), (C), (D) e (E) situados, respectivamente:
a) Na linha de terra;
b) No terceiro diedro mais próximo do plano horizontal de projeção do que do plano vertical de projeção;
c) No semiplano horizontal posterior;
d) No semiplano vertical superior;
e) No semiplano horizontal anterior.
005 - Determinar as projeções dos pontos: (A){1; 2; 0}, (B){3; -3; 4}, (C){5; -5; -3,5}, (D){7; 2; -2}, (W){9; 3; ?} situado no plano horizontal de projeção, (X){11; ?; 2,5} situado no plano vertical de projeção, (Y){ 13, ; -4; ?} situado no plano horizontal de projeção e (Z){15; ?; -6} situado no plano vertical de projeção.
006 - Construir a épura do ponto (A), sabendo que este encontra-se situado no 4º diedro e sua cota é igual a 2/3 do seu afastamento.
007 - Construir a épura do ponto (B), sabendo que este encontra-se situado no 1º diedro e seu afastamento é igual a 1/3 da sua cota.
008 - Construir a épura dos (K), (L), (M) e (N), considerando que:
a) O ponto (K) encontra-se situado no semiplano vertical inferior a 1cm do plano horizontal de projeção.
b) O ponto (L) encontra-se situado no semiplano horizontal anterior a 0,5cm do plano vertical de projeção.
c) O ponto (M) encontra-se situado no 2º diedro mais próximo do plano horizontal de projeção do que do plano vertical de projeção.
d) O ponto (N) encontra-se situado no na linha de terra.
009 - Construir a épura dos pontos (A) e (B) situados, respectivamente, no bissetor ímpar e bissetor par, considerando que: (A){-3; 0,5; ?} e (B){3; ?; 1}.
010 - Determinar as projeções dos pontos (X){-2; -2; ?} situado no plano bissetor ímpar e (Y){2; ?; -3} situado no plano bissetor par.
011 - Construir a épura dos pontos (M){3; ?; 3} e (N){4; ?, 4}, sabendo que (M) encontra-se situado no plano bissetor ímpar e (N) encontra-se no plano bissetor par.
012 - Dado o ponto (Z){-2; -3; 5}, determine as projeções de um ponto (A) simétrico de (Z) em relação ao plano horizontal de projeção.
013 - Dado o ponto (X){-1; -2; 4}, determine as projeções de um ponto (D) simétrico de (X) em relação ao plano vertical de projeção.
014 - Construir a épura dos pontos (A) e (B), sabendo que (B) é simétrico do ponto (A){0; -1; 3} em relação ao plano horizontal de projeção.
015 - Construir a épura dos pontos (C) e (D), sabendo que (D) é simétrico de (C){-2; -4; -1} em relação ao plano vertical de projeção.
016 - Sabendo que o ponto (M){-2; -3; 2} é simétrico do ponto (N) em relação a linha de terra, pede-se a épura dos dois pontos.
017 - Determinar as coordenadas e as projeções do ponto (X), simétrico do ponto (Y){-1; 2; 3} em relação a linha de terra.
018 - Construir a épura dos pontos (M), (N) e (O), sabendo que:
- O ponto (M) é simétrico de (X){3; 1; 3} em relação ao plano horizontal de projeção.
- O ponto (N) é simétrico de (Y){7; -4; 1} em relação ao plano vertical de projeção.
- O ponto (O) é simétrico de (Z){11; 4; -4} em relação a linha de terra.
019 - Dados os pontos (K){1; 3; 2} e (L){2; -3; 1}, determinar as projeções dos pontos (A) e (B), considerando que:
- (A) é simétrico de (K) em relação ao plano bissetor ímpar.
- (B) é simétrico de (L) em relação ao plano bissetor par.
020 - Construir a épura dos pontos (A) e (B), considerando que:
- O ponto (A) é simétrico a (X){3; 3; 1} em relação ao plano bissetor ímpar.
- O ponto (B) é simétrico a (Y){7; -5; -7} em relação ao plano bissetor par.
021 - O ponto (Z){ 3; 1; -6} é simétrico de (Y) em relação ao plano horizontal de projeção, já o ponto (Y) é simétrico ao ponto (X) em relação ao plano bissetor ímpar. Determine as projeções do ponto (X).
022 - O ponto (M) é simétrico do ponto (N) em relação ao plano bissetor ímpar. (N) é simétrico de (O) em relação ao plano vertical de projeção e (O) é simétrico de (Z){-1; 2; 4} em relação ao plano horizontal de projeção. Construir a épura dos pontos (M), (N), (O) e (Z).
segunda-feira, 5 de julho de 2021
Geometria Descritiva - Traços nos Bissetores Ímpar e Par de uma Reta de Perfil
By Deniezio S Gomesjulho 05, 2021Estudo-da-Reta, GD, Geometria Descritiva, Reta de Perfil, Traços-da-Reta
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Salve salve tripulantes dessa nave louca chamada Blogger... Blz?
Estamos aqui de novo, para mais uma aula de Geometria Descritiva. Nesta vamos explicar a vocês a maneira de se determinar os traços no bissetor ímpar e bissetor par de uma reta de perfil.
Pois bem, quando a reta de perfil não está em uma posição "mais particular ainda", ou seja, perpendicular a um dos planos bissetores, a determinação dos seus traços nesses bissetores não é tarefa das mais simples, no entanto é possível esta determinação.
Para exemplificarmos, essa determinação, primeiramente vamos relembrar uma característica da projeção lateral de um ponto, tendo em vista que, quando uma reta de perfil é perpendicular somente a linha de terra, faz-se necessário a determinação de sua projeção lateral para se determinar os seus traços.
Essa característica é facilmente visualizada na figura abaixo.
Considerando a linha de chamada dos pontos com a linha de terra, temos uma espécie de "eixo cartesiano" na épura. Com base nesses eixos, devido as características das posições dos pontos, sempre teremos:
Já é de nosso conhecimento as propriedades características de um ponto situado no plano bissetor ímpar, como também de um ponto situado no plano bissetor par. De acordo com essas propriedades, um ponto situado no plano bissetor ímpar estar situado no primeiro ou no terceiro, pois estes, são atravessados por esse plano, já um ponto situado no plano bissetor par, pode estar no segundo ou no quarto diedro, que são por onde esse plano passa.
Assim de acordo com o que aprendemos anteriormente, um ponto situado no plano bissetor ímpar terá sua projeção lateral no primeiro ou terceiro quadrante da épura, a depender dos seus valores de afastamento e cota, e, analogamente, um ponto situado no plano bissetor par terá sua projeção lateral situada no segundo ou quarto quadrante da épura de acordo com seus valores de afastamento ou de cota.
Nesse contexto, os pontos (A), (B), (C), (D), (E) e (F) pertencem a um mesmo plano de perfil. Os pontos (A), (B) e (C) estão situados no bissetor ímpar, e, os pontos (E), (F) e (G) estão situados no plano bissetor par. Dados: (A){0; 2; 2}, (B){0; 4; 4}, (C){0; -3; -3}, (D){0; -2,5; 2,5}, (E){0; -4,5; 4,5} e (F){0; 3,5; -3,5}.
A épura destes pontos com suas respectivas projeções laterais, encontra-se na figura abaixo:
Observem que, os pontos que se encontram no mesmo plano bissetor, possuem uma característica em comum, que é melhor visualizada quando se liga estes:
Vejam que, os pontos situados no bissetor ímpar, pertencem a um mesmo segmento que faz 45° com a linha de terra e atravessa o primeiro e o terceiro quadrante (quadrantes impares) da épura; já, os pontos situados no bissetor par, pertencem a um mesmo segmento que faz 45° com a linha de terra e atravessa o segundo e o quarto quadrante (quadrantes pares) épura. E isso sempre irá ocorrer.
Então, diante disto, facilmente conseguiremos determinar a projeção lateral dos traços no bissetor ímpar e par de qualquer tipo de reta de perfil, pois:
Estas etapas podem ser vistas na animação abaixo, para a seguinte reta de perfil: (A){1; 2; 4}; (B){1; 7; 2,5}.
Abaixo segue uma vídeo-aula do canal do Prof. Me. Deniezio Gomes, em que é abordado este tema.
Estamos aqui de novo, para mais uma aula de Geometria Descritiva. Nesta vamos explicar a vocês a maneira de se determinar os traços no bissetor ímpar e bissetor par de uma reta de perfil.
Pois bem, quando a reta de perfil não está em uma posição "mais particular ainda", ou seja, perpendicular a um dos planos bissetores, a determinação dos seus traços nesses bissetores não é tarefa das mais simples, no entanto é possível esta determinação.
Para exemplificarmos, essa determinação, primeiramente vamos relembrar uma característica da projeção lateral de um ponto, tendo em vista que, quando uma reta de perfil é perpendicular somente a linha de terra, faz-se necessário a determinação de sua projeção lateral para se determinar os seus traços.
- A projeção lateral de um ponto, indica qual o diedro este ponto de encontra no espaço.
Essa característica é facilmente visualizada na figura abaixo.
Considerando a linha de chamada dos pontos com a linha de terra, temos uma espécie de "eixo cartesiano" na épura. Com base nesses eixos, devido as características das posições dos pontos, sempre teremos:
- A projeção lateral de um ponto situado no primeiro diedro, no primeiro quadrante;
- A projeção lateral de um ponto situado no segundo diedro, no segundo quadrante;
- A projeção lateral de um ponto situado no terceiro diedro, no terceiro quadrante;
- A projeção lateral de um ponto situado no quarto diedro, no quarto quadrante;
Já é de nosso conhecimento as propriedades características de um ponto situado no plano bissetor ímpar, como também de um ponto situado no plano bissetor par. De acordo com essas propriedades, um ponto situado no plano bissetor ímpar estar situado no primeiro ou no terceiro, pois estes, são atravessados por esse plano, já um ponto situado no plano bissetor par, pode estar no segundo ou no quarto diedro, que são por onde esse plano passa.
Assim de acordo com o que aprendemos anteriormente, um ponto situado no plano bissetor ímpar terá sua projeção lateral no primeiro ou terceiro quadrante da épura, a depender dos seus valores de afastamento e cota, e, analogamente, um ponto situado no plano bissetor par terá sua projeção lateral situada no segundo ou quarto quadrante da épura de acordo com seus valores de afastamento ou de cota.
Nesse contexto, os pontos (A), (B), (C), (D), (E) e (F) pertencem a um mesmo plano de perfil. Os pontos (A), (B) e (C) estão situados no bissetor ímpar, e, os pontos (E), (F) e (G) estão situados no plano bissetor par. Dados: (A){0; 2; 2}, (B){0; 4; 4}, (C){0; -3; -3}, (D){0; -2,5; 2,5}, (E){0; -4,5; 4,5} e (F){0; 3,5; -3,5}.
A épura destes pontos com suas respectivas projeções laterais, encontra-se na figura abaixo:
Observem que, os pontos que se encontram no mesmo plano bissetor, possuem uma característica em comum, que é melhor visualizada quando se liga estes:
Vejam que, os pontos situados no bissetor ímpar, pertencem a um mesmo segmento que faz 45° com a linha de terra e atravessa o primeiro e o terceiro quadrante (quadrantes impares) da épura; já, os pontos situados no bissetor par, pertencem a um mesmo segmento que faz 45° com a linha de terra e atravessa o segundo e o quarto quadrante (quadrantes pares) épura. E isso sempre irá ocorrer.
Então, diante disto, facilmente conseguiremos determinar a projeção lateral dos traços no bissetor ímpar e par de qualquer tipo de reta de perfil, pois:
- Para determinar as projeções do traço no bissetor ímpar:
- Faz-se um segmento que faça 45° com a linha de terra e atravesse o 1° e o 3° quadrante;
- O ponto de concurso desse segmento com a projeção lateral da reta, encontra-se a projeção lateral do traço no bissetor ímpar desta reta;
- Por fim determina-se as projeções horizontal e vertical do traço no bissetor ímpar da reta.
- Para determinar as projeções do traço no bissetor par:
- Faz-se um segmento que faça 45° com a linha de terra e atravesse o 2° e o 4° quadrante;
- O ponto de concurso desse segmento com a projeção lateral da reta, encontra-se a projeção lateral do traço no bissetor par desta reta;
- Por fim determina-se as projeções horizontal e vertical do traço no bissetor par da reta.
Estas etapas podem ser vistas na animação abaixo, para a seguinte reta de perfil: (A){1; 2; 4}; (B){1; 7; 2,5}.
Abaixo segue uma vídeo-aula do canal do Prof. Me. Deniezio Gomes, em que é abordado este tema.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Agrimensura: Questões de concursos públicos comentadas (PGM Teresina, 2016).
By Deniezio S Gomesdezembro 31, 2020Agrimensura, Concurso, Exercícios, Topografia
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Concurso Público: Edital Nº 02/2016
Cargo: Engenheiro Agrimensor
Órgão: Procuradoria Geral do Município
021 (PGM Teresina, 2016). A superfície que mais se aproxima da forma da Terra é I, que é obtida pelo prolongamento do nível médio dos mares, em repouso, pelos continentes, sendo normal à direção da gravidade. Pela dificuldade de modelagem matemática desta superfície, ela é melhor aproximada por uma figura que corresponde II. As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) o elipsoide − ao plano topográfico local
(B) o geoide − ao elipsoide
(C) o geoide − ao plano topográfico local
(D) a esfera − ao elipsoide
(E) o geoide − à esfera
022 (PGM Teresina, 2016). O conjunto de parâmetros que descreve a relação entre um elipsoide local particular e um sistema de referência geodésico é chamado de datum geodésico. O IBGE define como referência geodésica para o Brasil o datum:
(A) SIRGAS2000.
(B) WGS84
(C) SAD-69.
(D) Hayford.
(E) Córrego Alegre.
023 (PGM Teresina, 2016). Entre os equipamentos disponíveis para a medição de distâncias, um dos mais simples é a trena. A sua utilização, entretanto, demanda cuidados para garantir o seu nivelamento e para minimizar a deformação provocada pela ação do peso próprio. Essa deformação na trena é denominada:
(A) curva gravimétrica.
(B) paralaxe.
(C) catenária.
(D) deformação parabólica.
(E) dilatação elástica.
024 (PGM Teresina, 2016). Um levantamento topográfico foi realizado a partir de um azimute de partida, igual a 307º20’22". Entretanto, o engenheiro responsável prefere trabalhar com o conceito de rumos ao invés de azimutes. Dessa forma, o ângulo indicado na representação adotada por ele para a partida é:
(A) 52º20’22’’ SE.
(B) 37º20’22’’ NW.
(C) 37º20’22’’ SE.
(D) 52º39’38’’ SW.
(E) 52º39’38’’ NW.
025 (PGM Teresina, 2016). Um Engenheiro necessita fazer o ajuste de rumos e azimutes magnéticos para verdadeiros para o cálculo de uma poligonal. Considerando-se o valor interpolado da curva isogônica igual a −19º45’ (carta de 1980) e o valor interpolado da curva isopórica de −5’/ano, a declinação magnética para Teresina (Piauí) em 1 de Janeiro de 2016 é de:
(A) 22º45’ E.
(B) 22º45’ W.
(C) 19º50’ W.
(D) 21º50’ E.
(E) 22º15’ W.
026 (PGM Teresina, 2016). No levantamento de uma poligonal aberta para implantação da rodovia de acesso ao novo loteamento de uma Prefeitura deve ser considerada a convergência dos meridianos no transporte e cálculo dos azimutes que consiste na diferença angular entre o:
(A) norte da quadricula e o azimute da quadricula.
(B) azimute verdadeiro e o azimute da quadricula.
(C) meridiano central e a latitude do ponto.
(D) norte geográfico e o norte da quadricula.
(E) norte geográfico e o norte magnético.
027 (PGM Teresina, 2016). Em uma planta, foram lidas as coordenadas de dois pontos, A e B, indicadas na tabela abaixo.
A distância entre os dois pontos é, em m:
(A) 21.
(B) 225.
(C) 9.
(D) 12.
(E) 15.
028 (PGM Teresina, 2016). Um Engenheiro deve calcular a área de um terreno a ser adquirido pela administração municipal. Sobre este terreno são conhecidas as coordenadas dos vértices de uma poligonal que representa os seus limites, indicadas abaixo.
A área do terreno, em m2, é igual a:
(A) 2,5.
(B) 17.
(C) 34.
(D) 5.
(E) 22.
029 (PGM Teresina, 2016). Um terreno retangular está representado em uma planta com as dimensões 5 cm × 16 cm. Sabendo-se que a escala da planta é 1:500, a área do terreno em m2 é:
(A) 800.
(B) 80.
(C) 200.
(D) 2000.
(E) 1000.
030 (PGM Teresina, 2016).O sistema de coordenadas Universal Transverso de Mercator − UTM tem uma série de especificações para a representação plana do elipsoide terrestre. Uma especificação do sistema UTM é:
(A) a decomposição em fusos de 6° de amplitude.
(B) a limitação do sistema para regiões com latitude superior a 50°.
(C) a projeção esférica para o plano.
(D) um total de 72 fusos tendo como origem o meridiano de Greenwich.
(E) a origem das coordenadas em cada sistema parcial no cruzamento do equador com o meridiano de Greenwich.
031 (PGM Teresina, 2016). A Lei no 10.267 de 2001 criou o I, determinando a obrigação de atualização do cadastro sempre que houver alteração nos imóveis rurais, o georreferenciamento de acordo com o II e, ainda, o intercâmbio mensal de informações entre os serviços de registro de imóveis e o INCRA. As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) Sistema Nacional de Cadastro Rural – SNCR − Sistema Geodésico Brasileiro
(B) Sistema de Tributação da Terra – STT − SAD-69
(C) Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR − Sistema Geodésico Brasileiro
(D) Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR − WGS 84
(E) Sistema de Tributação da Terra – STT − WGS 84
032 (PGM Teresina, 2016. Para os imóveis rurais, os Decretos no 4.449 e no 5.570 estabelecem:
I. Os serviços de registros de imóveis são obrigados a comunicar mensalmente ao INCRA as modificações ocorridas nas matrículas dos imóveis rurais.
II. O INCRA comunicará semestralmente aos serviços de registros de imóveis os códigos dos imóveis rurais decorrentes de mudança de titularidade, parcelamento, desmembramento e loteamento.
III. A identificação do imóvel rural objeto de ação judicial será exigida imediatamente para qualquer que seja a dimensão da área.
IV. Os critérios técnicos para implementação, gerenciamento e alimentação do Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR serão fixados em ato normativo conjunto do INCRA e da Secretaria da Receita Federal.
Está correto o que consta em:
(A) I, II, III e IV.
(B) II, III e IV, apenas.
(C) I, II e III, apenas.
(D) I e IV, apenas.
(E) I, III e IV, apenas.
033 (PGM Teresina, 2016). O desmembramento e a transferência de um imóvel rural com área de 600 ha terá a identificação exigida somente após transcorridos:
(A) vinte anos.
(B) oito anos.
(C) noventa dias.
(D) doze meses.
(E) cinco anos.
034 (PGM Teresina, 2016). Os satélites transmitem sinais de GPS em duas frequências da banda L. Sobre os sinais:
(A) o L1 é modulado em um único código.
(B) o L2 é modulado em dois códigos: um disponível para o público e outro de uso militar.
(C) o L1 é modulado em dois códigos: um disponível para o público e outro de uso militar.
(D) são tão ou mais fortes que sinais de rádios locais e estações de televisão.
(E) a frequência das bandas L1 e L2 é a mesma.
035 (PGM Teresina, 2016). Na operação de parcelamento do solo urbano pode-se aproveitar ou não o sistema viário existente quando da subdivisão de glebas. Quando o sistema adotado NÃO implica na abertura de novas vias, nem no prolongamento de vias existentes, o processo de parcelamento é conhecido como:
(A) arruamento.
(B) loteamento.
(C) logradouro.
(D) desmembramento.
(E) remembramento.
036 (PGM Teresina, 2016).A Prefeitura Municipal de Teresina, hipoteticamente, disponibilizou o traçado do sistema viário principal ao loteador e após a aprovação do projeto de loteamento, o responsável deverá submeter a documentação ao registro imobiliário dentro de um prazo máximo, sob pena de caducidade de aprovação. Este prazo é de:
(A) 180 dias.
(B) 30 dias.
(C) 1 ano.
(D) 45 dias.
(E) 120 dias.
037 (PGM Teresina, 2016). Conforme a lei para o parcelamento do solo urbano determina para as zonas habitacionais declaradas como de interesse social, as conhecidas ZHIS a rede de infraestrutura básica mínima NÃO está prevista a implantação de:
(A) escoamento das águas pluviais.
(B) vias de circulação.
(C) iluminação pública.
(D) rede de abastecimento de água potável.
(E) energia elétrica domiciliar.
038 (PGM Teresina, 2016). Considerando-se a superfície geoidal uma superfície de referência, dois pontos estarão no mesmo nível se :
(A) a soma da altura ortométrica e da altura elipoidal for diferente de zero.
(B) as alturas elipoidais forem iguais.
(C) as alturas geoidais forem iguais.
(D) as alturas ortométricas forem iguais.
(E) a soma da altura geoidal e da altura elipoidal for diferente de zero.
039 (PGM Teresina, 2016). O datum vertical refere-se ao ponto zero do nivelamento, ou seja, ao nível médio dos mares naquele ponto. No Brasil, o datum vertical utilizado é:
(A) Imbituba-SC.
(B) Torres-RS.
(C) SAD-69.
(D) SIRGAS2000.
(E) Altitude do Pilar 1 da USP.
040 (PGM Teresina, 2016). Sobre a execução do nivelamento geométrico:
(A) no levantamento geométrico simples é necessário apenas fazer as leituras de vante.
(B) as distâncias visadas devem ser em torno de 50 a 100 m.
(C) no levantamento geométrico composto o equipamento está posicionado sempre no mesmo local.
(D) o transporte de referência de nível pode ser executado em, no máximo, 1 km.
(E) as visadas de ré são aquelas realizadas para os pontos cuja cota se deseja determinar, enquanto que as visadas de vante são aquelas para pontos cotados.
041 (PGM Teresina, 2016). Para as fotografias aéreas usadas para mapeamento, as linhas de voo são locadas no mapa de tal maneira que faixas vizinhas tenham uma região comum de superposição lateral de cobertura da foto em torno de:
(A) 20% a 30%.
(B) 60% a 70%.
(C) 2% a 12%.
(D) 40% a 50%.
(E) 5% a 15%.
042 (PGM Teresina, 2016). Em relação a finalidade da superposição longitudinal para cobertura aerofotogramétrica, considere:
I. Possibilita a cobertura do terreno de dois pontos de vista distintos, o que permite a produção de estereopares para a observação e medição estereoscópica.
II. Permite a construção de mosaicos que aproveitam somente a porção central de cada fotografia, onde o relevo e as distorções são menores.
III. Geração de pontos fotogramétricos de apoio de posições comuns em duas fotos consecutivas para uso na interpretação.
Está correto o que consta em:
(A) II e III, apenas.
(B) I, apenas.
(C) I, II e III.
(D) III, apenas.
(E) I e II, apenas.
043 (PGM Teresina, 2016). Uma prefeitura levantou uma área rural com a aplicação da Fotogrametria. A estação da câmera está a uma altitude de 1.420 m e a altitude do terreno é igual a 220 m. Sabendo-se que a distância focal da câmara é de 120 mm, a escala da foto será igual a:
(A) 1:100.000.
(B) 1:10.
(C) 1:1.000.
(D) 1:100.
(E) 1:10.000.
044 (PGM Teresina, 2016). O fenômeno natural que ocorre quando uma pessoa olha simultaneamente duas imagens que foram obtidas de um mesmo local, mas de pontos de vista diferentes, fazendo com que cada imagem seja vista com um olho e o resultado é a percepção da profundidade, denomina-se:
(A) fotogrametria.
(B) estereoscopia.
(C) sobreposição.
(D) distorção.
(E) retificação.
045 (PGM Teresina, 2016). Uma câmara aérea que está acoplada ao avião em movimento, obtém uma cena e segundos depois volta a obtê-la em posicionamento diferente. O deslocamento relativo aparente de um ponto-imagem nessas duas fotos adjacentes e que permite estimar a diferença de altitude entre esses dois pontos, é conhecido como:
(A) distorção.
(B) paralaxe.
(C) assimetria.
(D) retificação.
(E) estereoscopia.
046 (PGM Teresina, 2016). A fotogrametria se ocupa de analisar fotografias e dados provenientes de sensores remotos, dividindo-se em duas áreas distintas, sendo a I referente aos métodos de obtenção de dados quantitativos como as coordenadas e áreas utilizados para elaboração de mapas e cartas topográficas e a II consiste em obter dados qualitativos a partir da análise das fotografias e de imagens de satélite. As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) fotogrametria − aerotriangulação
(B) fotointerpretação − estereofotogrametria
(C) estereofotogrametria − foto-leitura
(D) fotogrametria − fotointerpretação
(E) aerotriangulação − sobreposição
047 (PGM Teresina, 2016). Para a representação em planta do projeto geométrico de uma estrada geralmente utiliza a unidade estaca. O comprimento de uma estaca é igual a:
(A) 1 m.
(B) 15 cm.
(C) 20 m.
(D) 20 cm.
(E) 10 m.
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048 (PGM Teresina, 2016). Uma estrada deve possuir declividades longitudinal e transversal adequadas tanto para o conforto e segurança dos usuários quanto para a drenagem da superfície da via. Na região das curvas, a declividade transversal da pista que deve ser suficiente para que os veículos mantenham-se na trajetória trafegando na velocidade de projeto é denominada:
(A) sobrepista.
(B) greide.
(C) superlargura.
(D) nota de serviço.
(E) superelevação.
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049 (PGM Teresina, 2016). No perfil longitudinal de um alinhamento vertical de uma estrada, a diferença entre a cota do terreno natural e a cota do greide de projeto caracteriza a necessidade de corte ou de aterro ao longo do eixo da rodovia. Esta diferença entre cotas denomina-se:
(A) nota de serviço.
(B) cota vermelha.
(C) flecha.
(D) vértice.
(E) cota parabólica.
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050 (PGM Teresina, 2016). Em relação aos elementos da seção transversal, considere:
I. Em uma rodovia, no segmento em tangente, a declividade dos acostamentos deve, sempre que possível, ser inferior à declividade da pista.
II. Um talude na proporção 3:2 significa que a cada 2 m de avanço no plano horizontal teremos 3 m no plano vertical.
III. Uma seção transversal mista ocorre quando, na mesma seção, a rodovia resulta de um lado, abaixo do terreno natural, e do outro, acima do terreno natural.
IV. Em uma rodovia com pista dupla, o canteiro central caracteriza-se como um separador entre linhas de tráfego de mesmo sentido.
Está correto o que consta em:
(A) III e IV, apenas.
(B) I e II, apenas.
(C) I, II e IV, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I, II, III e IV.
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051 (PGM Teresina, 2016). Em uma estrada projetada com velocidade de operação igual a 80 km/h foi projetada uma curva circular simples com raio igual a 1.200 m para concordar duas tangentes. Sabendo-se que o comprimento da curva é igual a 200 .π, o ângulo que caracteriza a deflexão entre as tangentes, em radianos, é igual a:
(A) π/6.
(B) 0,6 .π.
(C) π/3.
(D) 0,2 .π.
(E) π/4.
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052 (PGM Teresina, 2016). Os raios mínimos de curvatura horizontal são os menores raios das curvas que podem ser percorridas com a velocidade diretriz à taxa máxima de superelevação, em condições aceitáveis de segurança e conforto. Uma curva em uma rodovia com velocidade diretriz igual a 60km/h, superelevação máxima igual a 6% e fator de atrito transversal igual a 0,15 deve possuir raio de curvatura, em metros:
(A) entre 100 e 120.
(B) igual a 360.
(C) superior a 130.
(D) entre 48 e 100.
(E) inferior a 48.
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053 (PGM Teresina, 2016). Em uma estrada foi projetada uma curva horizontal com transição para concordar duas tangentes. A estaca que representa a passagem da curva circular para a transição, caracterizada por uma espiral, denomina-se:
(A) CS.
(B) SC.
(C) ST.
(D) TS.
(E) PI.
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054 (PGM Teresina, 2016). No perfil longitudinal foram determinadas as cotas no greide nas estacas 12 e 26. As cotas, em metros, são respectivamente iguais a 238,40 e 234,20. A declividade da rampa entre as estacas 12 e 26 é igual a:
(A) 3,0º.
(B) 0,15%.
(C) 1,5º.
(D) –3,0%.
(E) –1,5%.
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Atenção: Para responder às questões de números 55 e 56 considere a equação de 2º grau que representa uma curva vertical entre duas rampas, com declividades iguais a 1% e 5%, apresentada abaixo.
y=6,25.10-5x2+0,001x
055 (PGM Teresina, 2016). Sabendo-se que a curva possui início na estaca 58, considere:
I. A equação representa uma curva vertical convexa.
II. O vértice da curva localiza-se na estaca 62.
III. A cota da curva na estaca do PIV é superior à cota do PCV.
IV. A origem da parábola coincide com a estaca 58, no PCV.
Está correto o que consta APENAS em:
(A) I e IV.
(B) II e IV.
(C) I e III.
(D) III e IV.
(E) I, II e III.
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056 (PGM Teresina, 2016). Considerando a equação da parábola apresentada, o comprimento da curva vertical, em estacas é igual a:
(A) 32.
(B) 8.
(C) 16.
(D) 48.
(E) 24.
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057 (PGM Teresina, 2016). Sobre as inclinações máxima e mínima do greide, considere:
I. A inclinação máxima da rodovia deve ser determinada em função da classe da rodovia.
II. A necessidade de faixas adicionais nas rampas descendentes é determinada em função da inclinação mínima do greide.
III. Para garantir uma adequada drenagem da água superficial do greide deve-se projetar rampas com inclinações sempre superiores à rampa mínima.
IV. Em rodovias que atravessam terrenos planos a inclinação pode ser nula.
Está correto o que consta em:
(A) II e III, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) I e IV, apenas.
(D) II e IV, apenas.
(E) I, II, III e IV.
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058 (PGM Teresina, 2016). Em uma curva circular com transição, a variação da superelevação e da superlargura deve ocorrer de maneira:
(A) instantânea na curva circular.
(B) linear tanto na transição quanto no trecho circular.
(C) instantânea fora da transição da curva.
(D) linear e somente na transição, mantendo-se constante na curva circular.
(E) linear somente na curva circular.
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059 (PGM Teresina, 2016). Com relação ao conceito de distância de visibilidade, é INCORRETO afirmar que:
(A) quanto maiores os volumes de tráfego, mais longos e frequentes devem ser os trechos providos de distância de visibilidade de ultrapassagem.
(B) a visibilidade é limitada pelas mudanças de direção e declividade ao longo da extensão.
(C) a determinação das distâncias de visibilidade está relacionada a previsão do comportamento do motorista.
(D) a distância de visibilidade é função direta da velocidade de projeto da via.
(E) a distância de visibilidade de parada é admitida numericamente igual a distância que o motorista leva para perceber o obstáculo, trafegando na velocidade de projeto da via.
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060 (PGM Teresina, 2016). Para o projeto do perfil longitudinal da estrada (greide) é necessário que, inicialmente seja levantado o perfil do terreno sobre o eixo do traçado escolhido. Como as diferenças de altitude são pequenas em relação às distâncias horizontais, sempre é adotada uma escala vertical I a horizontal, a fim de possibilitar uma boa visualização do perfil. Assim, quando for adotada escala horizontal 1:1.000, a escala vertical deverá ser II.
As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) dez vezes maior que − 1:100
(B) dez vezes menor que − 1:10.000
(C) igual − 1:1.000
(D) dez vezes maior que − 1:10.000
(E) dez vezes menor que − 1:100
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GABARITO!!!
(A) o elipsoide − ao plano topográfico local
(B) o geoide − ao elipsoide
(C) o geoide − ao plano topográfico local
(D) a esfera − ao elipsoide
(E) o geoide − à esfera
022 (PGM Teresina, 2016). O conjunto de parâmetros que descreve a relação entre um elipsoide local particular e um sistema de referência geodésico é chamado de datum geodésico. O IBGE define como referência geodésica para o Brasil o datum:
(A) SIRGAS2000.
(B) WGS84
(C) SAD-69.
(D) Hayford.
(E) Córrego Alegre.
023 (PGM Teresina, 2016). Entre os equipamentos disponíveis para a medição de distâncias, um dos mais simples é a trena. A sua utilização, entretanto, demanda cuidados para garantir o seu nivelamento e para minimizar a deformação provocada pela ação do peso próprio. Essa deformação na trena é denominada:
(A) curva gravimétrica.
(B) paralaxe.
(C) catenária.
(D) deformação parabólica.
(E) dilatação elástica.
024 (PGM Teresina, 2016). Um levantamento topográfico foi realizado a partir de um azimute de partida, igual a 307º20’22". Entretanto, o engenheiro responsável prefere trabalhar com o conceito de rumos ao invés de azimutes. Dessa forma, o ângulo indicado na representação adotada por ele para a partida é:
(A) 52º20’22’’ SE.
(B) 37º20’22’’ NW.
(C) 37º20’22’’ SE.
(D) 52º39’38’’ SW.
(E) 52º39’38’’ NW.
025 (PGM Teresina, 2016). Um Engenheiro necessita fazer o ajuste de rumos e azimutes magnéticos para verdadeiros para o cálculo de uma poligonal. Considerando-se o valor interpolado da curva isogônica igual a −19º45’ (carta de 1980) e o valor interpolado da curva isopórica de −5’/ano, a declinação magnética para Teresina (Piauí) em 1 de Janeiro de 2016 é de:
(A) 22º45’ E.
(B) 22º45’ W.
(C) 19º50’ W.
(D) 21º50’ E.
(E) 22º15’ W.
026 (PGM Teresina, 2016). No levantamento de uma poligonal aberta para implantação da rodovia de acesso ao novo loteamento de uma Prefeitura deve ser considerada a convergência dos meridianos no transporte e cálculo dos azimutes que consiste na diferença angular entre o:
(A) norte da quadricula e o azimute da quadricula.
(B) azimute verdadeiro e o azimute da quadricula.
(C) meridiano central e a latitude do ponto.
(D) norte geográfico e o norte da quadricula.
(E) norte geográfico e o norte magnético.
027 (PGM Teresina, 2016). Em uma planta, foram lidas as coordenadas de dois pontos, A e B, indicadas na tabela abaixo.
| Ponto | Coordenadas | |
|---|---|---|
| N | E | |
| A | 80 | 50 |
| B | 92 | 59 |
A distância entre os dois pontos é, em m:
(A) 21.
(B) 225.
(C) 9.
(D) 12.
(E) 15.
028 (PGM Teresina, 2016). Um Engenheiro deve calcular a área de um terreno a ser adquirido pela administração municipal. Sobre este terreno são conhecidas as coordenadas dos vértices de uma poligonal que representa os seus limites, indicadas abaixo.
| Ponto | Coordenadas | |
|---|---|---|
| N | E | |
| A | 22 | 3 |
| B | 22 | 7 |
| C | 24 | 9 |
| D | 27 | 5 |
A área do terreno, em m2, é igual a:
(A) 2,5.
(B) 17.
(C) 34.
(D) 5.
(E) 22.
029 (PGM Teresina, 2016). Um terreno retangular está representado em uma planta com as dimensões 5 cm × 16 cm. Sabendo-se que a escala da planta é 1:500, a área do terreno em m2 é:
(A) 800.
(B) 80.
(C) 200.
(D) 2000.
(E) 1000.
030 (PGM Teresina, 2016).O sistema de coordenadas Universal Transverso de Mercator − UTM tem uma série de especificações para a representação plana do elipsoide terrestre. Uma especificação do sistema UTM é:
(A) a decomposição em fusos de 6° de amplitude.
(B) a limitação do sistema para regiões com latitude superior a 50°.
(C) a projeção esférica para o plano.
(D) um total de 72 fusos tendo como origem o meridiano de Greenwich.
(E) a origem das coordenadas em cada sistema parcial no cruzamento do equador com o meridiano de Greenwich.
031 (PGM Teresina, 2016). A Lei no 10.267 de 2001 criou o I, determinando a obrigação de atualização do cadastro sempre que houver alteração nos imóveis rurais, o georreferenciamento de acordo com o II e, ainda, o intercâmbio mensal de informações entre os serviços de registro de imóveis e o INCRA. As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) Sistema Nacional de Cadastro Rural – SNCR − Sistema Geodésico Brasileiro
(B) Sistema de Tributação da Terra – STT − SAD-69
(C) Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR − Sistema Geodésico Brasileiro
(D) Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR − WGS 84
(E) Sistema de Tributação da Terra – STT − WGS 84
032 (PGM Teresina, 2016. Para os imóveis rurais, os Decretos no 4.449 e no 5.570 estabelecem:
I. Os serviços de registros de imóveis são obrigados a comunicar mensalmente ao INCRA as modificações ocorridas nas matrículas dos imóveis rurais.
II. O INCRA comunicará semestralmente aos serviços de registros de imóveis os códigos dos imóveis rurais decorrentes de mudança de titularidade, parcelamento, desmembramento e loteamento.
III. A identificação do imóvel rural objeto de ação judicial será exigida imediatamente para qualquer que seja a dimensão da área.
IV. Os critérios técnicos para implementação, gerenciamento e alimentação do Cadastro Nacional de Imóveis Rurais – CNIR serão fixados em ato normativo conjunto do INCRA e da Secretaria da Receita Federal.
Está correto o que consta em:
(A) I, II, III e IV.
(B) II, III e IV, apenas.
(C) I, II e III, apenas.
(D) I e IV, apenas.
(E) I, III e IV, apenas.
033 (PGM Teresina, 2016). O desmembramento e a transferência de um imóvel rural com área de 600 ha terá a identificação exigida somente após transcorridos:
(A) vinte anos.
(B) oito anos.
(C) noventa dias.
(D) doze meses.
(E) cinco anos.
034 (PGM Teresina, 2016). Os satélites transmitem sinais de GPS em duas frequências da banda L. Sobre os sinais:
(A) o L1 é modulado em um único código.
(B) o L2 é modulado em dois códigos: um disponível para o público e outro de uso militar.
(C) o L1 é modulado em dois códigos: um disponível para o público e outro de uso militar.
(D) são tão ou mais fortes que sinais de rádios locais e estações de televisão.
(E) a frequência das bandas L1 e L2 é a mesma.
035 (PGM Teresina, 2016). Na operação de parcelamento do solo urbano pode-se aproveitar ou não o sistema viário existente quando da subdivisão de glebas. Quando o sistema adotado NÃO implica na abertura de novas vias, nem no prolongamento de vias existentes, o processo de parcelamento é conhecido como:
(A) arruamento.
(B) loteamento.
(C) logradouro.
(D) desmembramento.
(E) remembramento.
036 (PGM Teresina, 2016).A Prefeitura Municipal de Teresina, hipoteticamente, disponibilizou o traçado do sistema viário principal ao loteador e após a aprovação do projeto de loteamento, o responsável deverá submeter a documentação ao registro imobiliário dentro de um prazo máximo, sob pena de caducidade de aprovação. Este prazo é de:
(A) 180 dias.
(B) 30 dias.
(C) 1 ano.
(D) 45 dias.
(E) 120 dias.
037 (PGM Teresina, 2016). Conforme a lei para o parcelamento do solo urbano determina para as zonas habitacionais declaradas como de interesse social, as conhecidas ZHIS a rede de infraestrutura básica mínima NÃO está prevista a implantação de:
(A) escoamento das águas pluviais.
(B) vias de circulação.
(C) iluminação pública.
(D) rede de abastecimento de água potável.
(E) energia elétrica domiciliar.
038 (PGM Teresina, 2016). Considerando-se a superfície geoidal uma superfície de referência, dois pontos estarão no mesmo nível se :
(A) a soma da altura ortométrica e da altura elipoidal for diferente de zero.
(B) as alturas elipoidais forem iguais.
(C) as alturas geoidais forem iguais.
(D) as alturas ortométricas forem iguais.
(E) a soma da altura geoidal e da altura elipoidal for diferente de zero.
039 (PGM Teresina, 2016). O datum vertical refere-se ao ponto zero do nivelamento, ou seja, ao nível médio dos mares naquele ponto. No Brasil, o datum vertical utilizado é:
(A) Imbituba-SC.
(B) Torres-RS.
(C) SAD-69.
(D) SIRGAS2000.
(E) Altitude do Pilar 1 da USP.
040 (PGM Teresina, 2016). Sobre a execução do nivelamento geométrico:
(A) no levantamento geométrico simples é necessário apenas fazer as leituras de vante.
(B) as distâncias visadas devem ser em torno de 50 a 100 m.
(C) no levantamento geométrico composto o equipamento está posicionado sempre no mesmo local.
(D) o transporte de referência de nível pode ser executado em, no máximo, 1 km.
(E) as visadas de ré são aquelas realizadas para os pontos cuja cota se deseja determinar, enquanto que as visadas de vante são aquelas para pontos cotados.
041 (PGM Teresina, 2016). Para as fotografias aéreas usadas para mapeamento, as linhas de voo são locadas no mapa de tal maneira que faixas vizinhas tenham uma região comum de superposição lateral de cobertura da foto em torno de:
(A) 20% a 30%.
(B) 60% a 70%.
(C) 2% a 12%.
(D) 40% a 50%.
(E) 5% a 15%.
042 (PGM Teresina, 2016). Em relação a finalidade da superposição longitudinal para cobertura aerofotogramétrica, considere:
I. Possibilita a cobertura do terreno de dois pontos de vista distintos, o que permite a produção de estereopares para a observação e medição estereoscópica.
II. Permite a construção de mosaicos que aproveitam somente a porção central de cada fotografia, onde o relevo e as distorções são menores.
III. Geração de pontos fotogramétricos de apoio de posições comuns em duas fotos consecutivas para uso na interpretação.
Está correto o que consta em:
(A) II e III, apenas.
(B) I, apenas.
(C) I, II e III.
(D) III, apenas.
(E) I e II, apenas.
043 (PGM Teresina, 2016). Uma prefeitura levantou uma área rural com a aplicação da Fotogrametria. A estação da câmera está a uma altitude de 1.420 m e a altitude do terreno é igual a 220 m. Sabendo-se que a distância focal da câmara é de 120 mm, a escala da foto será igual a:
(A) 1:100.000.
(B) 1:10.
(C) 1:1.000.
(D) 1:100.
(E) 1:10.000.
044 (PGM Teresina, 2016). O fenômeno natural que ocorre quando uma pessoa olha simultaneamente duas imagens que foram obtidas de um mesmo local, mas de pontos de vista diferentes, fazendo com que cada imagem seja vista com um olho e o resultado é a percepção da profundidade, denomina-se:
(A) fotogrametria.
(B) estereoscopia.
(C) sobreposição.
(D) distorção.
(E) retificação.
045 (PGM Teresina, 2016). Uma câmara aérea que está acoplada ao avião em movimento, obtém uma cena e segundos depois volta a obtê-la em posicionamento diferente. O deslocamento relativo aparente de um ponto-imagem nessas duas fotos adjacentes e que permite estimar a diferença de altitude entre esses dois pontos, é conhecido como:
(A) distorção.
(B) paralaxe.
(C) assimetria.
(D) retificação.
(E) estereoscopia.
046 (PGM Teresina, 2016). A fotogrametria se ocupa de analisar fotografias e dados provenientes de sensores remotos, dividindo-se em duas áreas distintas, sendo a I referente aos métodos de obtenção de dados quantitativos como as coordenadas e áreas utilizados para elaboração de mapas e cartas topográficas e a II consiste em obter dados qualitativos a partir da análise das fotografias e de imagens de satélite. As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) fotogrametria − aerotriangulação
(B) fotointerpretação − estereofotogrametria
(C) estereofotogrametria − foto-leitura
(D) fotogrametria − fotointerpretação
(E) aerotriangulação − sobreposição
047 (PGM Teresina, 2016). Para a representação em planta do projeto geométrico de uma estrada geralmente utiliza a unidade estaca. O comprimento de uma estaca é igual a:
(A) 1 m.
(B) 15 cm.
(C) 20 m.
(D) 20 cm.
(E) 10 m.
048 (PGM Teresina, 2016). Uma estrada deve possuir declividades longitudinal e transversal adequadas tanto para o conforto e segurança dos usuários quanto para a drenagem da superfície da via. Na região das curvas, a declividade transversal da pista que deve ser suficiente para que os veículos mantenham-se na trajetória trafegando na velocidade de projeto é denominada:
(A) sobrepista.
(B) greide.
(C) superlargura.
(D) nota de serviço.
(E) superelevação.
049 (PGM Teresina, 2016). No perfil longitudinal de um alinhamento vertical de uma estrada, a diferença entre a cota do terreno natural e a cota do greide de projeto caracteriza a necessidade de corte ou de aterro ao longo do eixo da rodovia. Esta diferença entre cotas denomina-se:
(A) nota de serviço.
(B) cota vermelha.
(C) flecha.
(D) vértice.
(E) cota parabólica.
050 (PGM Teresina, 2016). Em relação aos elementos da seção transversal, considere:
I. Em uma rodovia, no segmento em tangente, a declividade dos acostamentos deve, sempre que possível, ser inferior à declividade da pista.
II. Um talude na proporção 3:2 significa que a cada 2 m de avanço no plano horizontal teremos 3 m no plano vertical.
III. Uma seção transversal mista ocorre quando, na mesma seção, a rodovia resulta de um lado, abaixo do terreno natural, e do outro, acima do terreno natural.
IV. Em uma rodovia com pista dupla, o canteiro central caracteriza-se como um separador entre linhas de tráfego de mesmo sentido.
Está correto o que consta em:
(A) III e IV, apenas.
(B) I e II, apenas.
(C) I, II e IV, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I, II, III e IV.
051 (PGM Teresina, 2016). Em uma estrada projetada com velocidade de operação igual a 80 km/h foi projetada uma curva circular simples com raio igual a 1.200 m para concordar duas tangentes. Sabendo-se que o comprimento da curva é igual a 200 .π, o ângulo que caracteriza a deflexão entre as tangentes, em radianos, é igual a:
(A) π/6.
(B) 0,6 .π.
(C) π/3.
(D) 0,2 .π.
(E) π/4.
052 (PGM Teresina, 2016). Os raios mínimos de curvatura horizontal são os menores raios das curvas que podem ser percorridas com a velocidade diretriz à taxa máxima de superelevação, em condições aceitáveis de segurança e conforto. Uma curva em uma rodovia com velocidade diretriz igual a 60km/h, superelevação máxima igual a 6% e fator de atrito transversal igual a 0,15 deve possuir raio de curvatura, em metros:
(A) entre 100 e 120.
(B) igual a 360.
(C) superior a 130.
(D) entre 48 e 100.
(E) inferior a 48.
053 (PGM Teresina, 2016). Em uma estrada foi projetada uma curva horizontal com transição para concordar duas tangentes. A estaca que representa a passagem da curva circular para a transição, caracterizada por uma espiral, denomina-se:
(A) CS.
(B) SC.
(C) ST.
(D) TS.
(E) PI.
054 (PGM Teresina, 2016). No perfil longitudinal foram determinadas as cotas no greide nas estacas 12 e 26. As cotas, em metros, são respectivamente iguais a 238,40 e 234,20. A declividade da rampa entre as estacas 12 e 26 é igual a:
(A) 3,0º.
(B) 0,15%.
(C) 1,5º.
(D) –3,0%.
(E) –1,5%.
Atenção: Para responder às questões de números 55 e 56 considere a equação de 2º grau que representa uma curva vertical entre duas rampas, com declividades iguais a 1% e 5%, apresentada abaixo.
055 (PGM Teresina, 2016). Sabendo-se que a curva possui início na estaca 58, considere:
I. A equação representa uma curva vertical convexa.
II. O vértice da curva localiza-se na estaca 62.
III. A cota da curva na estaca do PIV é superior à cota do PCV.
IV. A origem da parábola coincide com a estaca 58, no PCV.
Está correto o que consta APENAS em:
(A) I e IV.
(B) II e IV.
(C) I e III.
(D) III e IV.
(E) I, II e III.
056 (PGM Teresina, 2016). Considerando a equação da parábola apresentada, o comprimento da curva vertical, em estacas é igual a:
(A) 32.
(B) 8.
(C) 16.
(D) 48.
(E) 24.
057 (PGM Teresina, 2016). Sobre as inclinações máxima e mínima do greide, considere:
I. A inclinação máxima da rodovia deve ser determinada em função da classe da rodovia.
II. A necessidade de faixas adicionais nas rampas descendentes é determinada em função da inclinação mínima do greide.
III. Para garantir uma adequada drenagem da água superficial do greide deve-se projetar rampas com inclinações sempre superiores à rampa mínima.
IV. Em rodovias que atravessam terrenos planos a inclinação pode ser nula.
Está correto o que consta em:
(A) II e III, apenas.
(B) I e III, apenas.
(C) I e IV, apenas.
(D) II e IV, apenas.
(E) I, II, III e IV.
058 (PGM Teresina, 2016). Em uma curva circular com transição, a variação da superelevação e da superlargura deve ocorrer de maneira:
(A) instantânea na curva circular.
(B) linear tanto na transição quanto no trecho circular.
(C) instantânea fora da transição da curva.
(D) linear e somente na transição, mantendo-se constante na curva circular.
(E) linear somente na curva circular.
059 (PGM Teresina, 2016). Com relação ao conceito de distância de visibilidade, é INCORRETO afirmar que:
(A) quanto maiores os volumes de tráfego, mais longos e frequentes devem ser os trechos providos de distância de visibilidade de ultrapassagem.
(B) a visibilidade é limitada pelas mudanças de direção e declividade ao longo da extensão.
(C) a determinação das distâncias de visibilidade está relacionada a previsão do comportamento do motorista.
(D) a distância de visibilidade é função direta da velocidade de projeto da via.
(E) a distância de visibilidade de parada é admitida numericamente igual a distância que o motorista leva para perceber o obstáculo, trafegando na velocidade de projeto da via.
060 (PGM Teresina, 2016). Para o projeto do perfil longitudinal da estrada (greide) é necessário que, inicialmente seja levantado o perfil do terreno sobre o eixo do traçado escolhido. Como as diferenças de altitude são pequenas em relação às distâncias horizontais, sempre é adotada uma escala vertical I a horizontal, a fim de possibilitar uma boa visualização do perfil. Assim, quando for adotada escala horizontal 1:1.000, a escala vertical deverá ser II.
As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
(A) dez vezes maior que − 1:100
(B) dez vezes menor que − 1:10.000
(C) igual − 1:1.000
(D) dez vezes maior que − 1:10.000
(E) dez vezes menor que − 1:100
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Cachorro
Em 2007, se não tiver enganado, na festa de casamento da minha irmã, meu pai já melado de álcool se interessou em um doguinho, rabo seco, vira-lata legítimo, que estava perambulando pelas mesas em busca de petiscos.
Ao pedi-lo para o dono deste doguinho cabeçudo e magricelo, o mesmo, recebeu um não como resposta. Então iniciou-se um processo de negociação de compra e venda mais acirrado que o mercado de ações da IBOVESPA.
Meu pai ofereceu R$ 10, o cara não quis. Ofereceu R$ 20, novamente negativado pelo dono. R$ 30, uma leve balançada. E por fim R$ 40, esse foi o preço que conseguiu adentrar no coração de pedra do então dono do doguinho.
Eu não vi essa negociação, neste dia eu fui para o churrasco da festa decasamento de minha irmã a tarde e logo fui embora pois a noite eu tinha pelada na Quadra da Escola Municipal Simões Filho.
Ao chegar em casa eu vi aquele rabo seco correndo em círculos e fiquei meio sem entender, foi então que me explicaram. Na época eu estava meio triste pela morte de um outro cachorro carniça que eu tinha que foi atropelado por um descuido de deixarem o portão da casa aberto e o safado tirou para o mundo para nunca mais voltar.
Eu tinha bastante fotos dele nessa época tomadas de um poderoso Sony Ericson k310i, mas, todas se perderam num bug do Windows XP que eu tinha em meu desktop...
Pois bem, dando sequência. O puto era danado, no primeiro dia aprendeu a dar a volta na casa, era só colocar o bandido para fora de um lado que o safado entrava pelo outro. Logo de início já vi que ele era um cachorro diferenciado.
Como sempre o primeiro ritual ao adquirir um cachorro é a escolha do nome, e aqui não foi diferente. Queriam leão, queriam lion, king, etc... Foi cada tentativa bizarra mas, ele nunca atendeu, parecia que ele tinha uma espécie de demência. Mas, como eu falei, na época eu estava triste pela morte recente de meu outro amigo de quatro patas, mas, em um flash de atenção que eu dei a este novo integrante da família lhe batizei de GONZAGA. Sim GONZAGA, o safado tinha cara de Gonzaga, jeito de Gonzaga, não caberia a ele outro nome se não fosse Gonzaga e acreditem, ele atendeu rapidamente por este nome, não foram 3 dias para ele se situar que ao falarem Gonzaga, era com ele.
O interessante que o comportamento traquino e inteligente deste cachorro foi me chamando atenção e quando fui perceber o puto já era meu companheiro diário.
Aqui em casa, nenhum cachorro passava dos três anos, sempre rolava umas paradas bizarras, normalmente era um atropelamento. Mas, o Lorde Gonzaga (para os íntimos apenas Gonzaga, no RG era Carlos Gabriel Gonzaga) era muleque piranha, três anos para ele não eram nada. Se dessem um carro ele fazia era dirigir.
Brincadeiras a parte, o cara era um tanque de guerra no quesito saúde. Não lembro dele adoecendo uma vez sequer. Minha mãe em uma época pegou mais dois cachorros, ambos morreram no intervalo de tempo padrão da casa, mas, o safado ali duro, bagunceiro, moleque, cachaceiro, pinguço, putanheiro, etc.
O tempo de convivência foi muito grande, porém muito pouco. Lembro em 2012, devido a um acidente de moto que sofri em 2011, iniciei as fisioterapias e eu ia para a parada de bus numa perna só a base de muletas, ele me acompanhava e faltava entrar no ônibus comigo, e ai de quem tentasse encostar em mim na parada. O cara era um molenga na arte de briga canina, ele era gente boa, mas, ao perceber minha situação debilitada do momento se tornou na fera mais braba desse planeta.
Independente do tempo que passasse fora, quando eu chegava ele me recebia com uma alegria da porra, eu o via sorrir e não é mentira. Porém uma vez, ainda em 2012, cheguei em casa e lá estava ele enrolado em uns panos deitado em uma cadeira de espaguete, fui lá falar com ele e só o rabinho balançou. Eram três furos grandes no pescoço, que no dia seguinte o veterinário confirmou que foram 3 facadas. Já senti raiva, mas, nesse dia a minha vontade foi pegar um três oitão que eu tinha no guarda-roupa e ir atrás do vagabundo que fez isso com meu amigo. Mas, me controlei, e o veterinário também informou que somente uma das facadas era profunda as demais eram superficiais. Por sorte o puto era um obeso e tinha um tecido adiposo considerável e mesmo a facada profunda não tinha atingido nenhum órgão vital.
O tempo foi passando quando em 2015, o karma que atingia os doguinhos vira-latas dessa residência atingiu o cachorro mais vagabundo do planeta. Eu tinha acabado de chegar em casa, quando meu sobrinho entra gritando e chorando avisando que meu amigo velho tinha sido atropelado. Rapidamente fui até onde ele, e fiquei lá sentado, porém, quando meu nego velho fez força para colocar a cabeça em cima da minha mão, eu vi que não era a hora dele e então o levamos para o Hospital Veterinário da Universidade Federal do Piauí. Após algumas radiografias, ele ficou internado de observação, pois ele não estava movimentando as quatro patas, tudo indicava que ele ficaria tetraplégico.
Mas, eu falei, o sem vergonha era um tanque de guerra no quesito saúde. E após uma semana (eu saía da aula para ir vê-lo) o pilantra teve alta. Porém, ainda sem conseguir se movimentar. No HVU falaram que provavelmente ele estava com uma parada que esqueci o nome no cérebro, que deve ter sido gerado pelo fato do atropelamento e possivelmente ele ter batido a cabeça fortemente no chão.
No entanto, o diferencial do cretino era demais, e em pouco mais de um mês, ele iniciou a luta para voltar a andar. Primeiro conseguindo levantar a cabeça, depois ficar sentado cambaleante e por fim os primeiros passinhos de um cachorro safado. O interessante é que na primeira vez que ele conseguiu andar, o quengo entrou em meu quarto tipo para avisar: Olha aí mano, voltei!!!...
Relevem essa vozinha fina no final, era a forma usada para se comunicar com meu amigo.
E três meses após, Gonzaga já fazia novamente a dancinha da comida.
Gonzagão da Massa era tão conhecido no bairro, mas, tão, que certa vez ele estava em um de seus passeios na rua (pense num cachorro rueiro), e eu o chamo, ele vem todo com a cabeça torta (sequela que ficou pós atropelamento) e passava na hora um menino e sua mãe, quando o menino solta: Olha mãe é aqui que o Gonzaga mora...
Por falar em rueiro, diversas vezes o safado sumia por 2 ou 3 dias. Era só ir atrás que encontrava o bandido enrabichado por uma fêmea apta ao acasalamento. No entanto, ano passado ele já com seus 12 anos de idade sumiu por 15 dias. Eu morando em Recife estava para ficar doido querendo vir para Teresina para procurar meu amigo. Já tínhamos dado ele como morto, quando o idoso aparece em casa como nada se nada tivesse acontecido, extremamente cansado, aparentando ter vindo de bem longe.
Essa seria a última aventura do cachorro mais safado do mundo. Pois após seu retorno, ele ficou receoso de sair de casa. Antes uma brecha de um milímetro no portão era suficiente para ele atravessar feito um foguete levando quem estivesse na frente, depois disso ele via o portão aberto e não fazia questão de sair. Pode ter sido trauma de algo que aconteceu nesses dias sumido, mas, pode ter sido somente um fator: A idade.
O tempo. O tempo é algo que não para, e é algo crucial, faz o dinheiro perder valor, faz o investimento ganhar valor. Velocidade x Tempo nos dá aceleração e eu nem sei o porquê escrevi isso aqui. Mas, nada escapa do tempo, e meu amigo não escapou.
2020, Gonzaga já não saía mais para longe de casa, já passava maior parte do tempo deitado, mas, isso não o impedia de quando eu estar em Teresina ele tá na cola. Porém umas feridas estranhas apareceram nele, e o diagnóstico foi CALAZAR (Leishmaniose Visceral), duas opções podiam ser tomadas: Sacrifício ou Tratamento Caro. Sem pensar a segunda opção foi escolhida. O diagnóstico do Calazar foi dado em Maio, e logo ele começou o tratamento, porém, com a idade, aquela saúde de ferro que o SRD mais pilantra da face da Terra não era mais a mesma. Logo ele já tinha 13 anos completos, para um cachorro isso é tempo demais, mas, sabendo como nosso cachorro era diferenciado, sempre ficávamos na expectativa que ele ia sustentar mais um tempo. Porém junto do calazar, a idade trouxe um problema na próstata do safado e um inchaço nas quatro patas indicava outra enfermidade. Mesmo assim, acreditávamos na sua recuperação.
Mas, a recuperação não veio. E agora 14/10/2020 meu amigo veio a falecer... Eu não estava em Teresina, tinha ido resolver umas pendências em Recife, mas, uns 4 dias antes eu tinha falado com ele, mesmo sem acreditar nessas coisas, pedi para ele se segurar até eu viajar, pois eu não ia aguentar ver ele indo embora. Dia 12/10/2020 eu viajei, dia 14/10/2020 recebo a mensagem que ele tinha morrido.
A morte de um animal de estimação afeta muito a gente, principalmente quando você é muito apegado. Logo era comum ele entrar no meu quarto e ficar aqui comigo, sendo que ele era normalmente proibido de entrar em casa, mas, passava 90% do dia dentro, pois entrava escondido e fazia sua presença desaparecer (rsrs)... Muitas e muitas vezes eu acordava de manhã sentindo aquela presença, quando me virara ele estava me encarando no pé da cama. Gonzaga virou um companheiro diário e literalmente não saia dos meus pés durante esses anos e vou guardar essas lembranças com meu cachorro para sempre.
Ao pedi-lo para o dono deste doguinho cabeçudo e magricelo, o mesmo, recebeu um não como resposta. Então iniciou-se um processo de negociação de compra e venda mais acirrado que o mercado de ações da IBOVESPA.
Meu pai ofereceu R$ 10, o cara não quis. Ofereceu R$ 20, novamente negativado pelo dono. R$ 30, uma leve balançada. E por fim R$ 40, esse foi o preço que conseguiu adentrar no coração de pedra do então dono do doguinho.
Eu não vi essa negociação, neste dia eu fui para o churrasco da festa de
Ao chegar em casa eu vi aquele rabo seco correndo em círculos e fiquei meio sem entender, foi então que me explicaram. Na época eu estava meio triste pela morte de um outro cachorro carniça que eu tinha que foi atropelado por um descuido de deixarem o portão da casa aberto e o safado tirou para o mundo para nunca mais voltar.
Eu tinha bastante fotos dele nessa época tomadas de um poderoso Sony Ericson k310i, mas, todas se perderam num bug do Windows XP que eu tinha em meu desktop...
Pois bem, dando sequência. O puto era danado, no primeiro dia aprendeu a dar a volta na casa, era só colocar o bandido para fora de um lado que o safado entrava pelo outro. Logo de início já vi que ele era um cachorro diferenciado.
Como sempre o primeiro ritual ao adquirir um cachorro é a escolha do nome, e aqui não foi diferente. Queriam leão, queriam lion, king, etc... Foi cada tentativa bizarra mas, ele nunca atendeu, parecia que ele tinha uma espécie de demência. Mas, como eu falei, na época eu estava triste pela morte recente de meu outro amigo de quatro patas, mas, em um flash de atenção que eu dei a este novo integrante da família lhe batizei de GONZAGA. Sim GONZAGA, o safado tinha cara de Gonzaga, jeito de Gonzaga, não caberia a ele outro nome se não fosse Gonzaga e acreditem, ele atendeu rapidamente por este nome, não foram 3 dias para ele se situar que ao falarem Gonzaga, era com ele.
O interessante que o comportamento traquino e inteligente deste cachorro foi me chamando atenção e quando fui perceber o puto já era meu companheiro diário.
Aqui em casa, nenhum cachorro passava dos três anos, sempre rolava umas paradas bizarras, normalmente era um atropelamento. Mas, o Lorde Gonzaga (para os íntimos apenas Gonzaga, no RG era Carlos Gabriel Gonzaga) era muleque piranha, três anos para ele não eram nada. Se dessem um carro ele fazia era dirigir.
Brincadeiras a parte, o cara era um tanque de guerra no quesito saúde. Não lembro dele adoecendo uma vez sequer. Minha mãe em uma época pegou mais dois cachorros, ambos morreram no intervalo de tempo padrão da casa, mas, o safado ali duro, bagunceiro, moleque, cachaceiro, pinguço, putanheiro, etc.
O tempo de convivência foi muito grande, porém muito pouco. Lembro em 2012, devido a um acidente de moto que sofri em 2011, iniciei as fisioterapias e eu ia para a parada de bus numa perna só a base de muletas, ele me acompanhava e faltava entrar no ônibus comigo, e ai de quem tentasse encostar em mim na parada. O cara era um molenga na arte de briga canina, ele era gente boa, mas, ao perceber minha situação debilitada do momento se tornou na fera mais braba desse planeta.
Independente do tempo que passasse fora, quando eu chegava ele me recebia com uma alegria da porra, eu o via sorrir e não é mentira. Porém uma vez, ainda em 2012, cheguei em casa e lá estava ele enrolado em uns panos deitado em uma cadeira de espaguete, fui lá falar com ele e só o rabinho balançou. Eram três furos grandes no pescoço, que no dia seguinte o veterinário confirmou que foram 3 facadas. Já senti raiva, mas, nesse dia a minha vontade foi pegar um três oitão que eu tinha no guarda-roupa e ir atrás do vagabundo que fez isso com meu amigo. Mas, me controlei, e o veterinário também informou que somente uma das facadas era profunda as demais eram superficiais. Por sorte o puto era um obeso e tinha um tecido adiposo considerável e mesmo a facada profunda não tinha atingido nenhum órgão vital.
O tempo foi passando quando em 2015, o karma que atingia os doguinhos vira-latas dessa residência atingiu o cachorro mais vagabundo do planeta. Eu tinha acabado de chegar em casa, quando meu sobrinho entra gritando e chorando avisando que meu amigo velho tinha sido atropelado. Rapidamente fui até onde ele, e fiquei lá sentado, porém, quando meu nego velho fez força para colocar a cabeça em cima da minha mão, eu vi que não era a hora dele e então o levamos para o Hospital Veterinário da Universidade Federal do Piauí. Após algumas radiografias, ele ficou internado de observação, pois ele não estava movimentando as quatro patas, tudo indicava que ele ficaria tetraplégico.
Mas, eu falei, o sem vergonha era um tanque de guerra no quesito saúde. E após uma semana (eu saía da aula para ir vê-lo) o pilantra teve alta. Porém, ainda sem conseguir se movimentar. No HVU falaram que provavelmente ele estava com uma parada que esqueci o nome no cérebro, que deve ter sido gerado pelo fato do atropelamento e possivelmente ele ter batido a cabeça fortemente no chão.
No entanto, o diferencial do cretino era demais, e em pouco mais de um mês, ele iniciou a luta para voltar a andar. Primeiro conseguindo levantar a cabeça, depois ficar sentado cambaleante e por fim os primeiros passinhos de um cachorro safado. O interessante é que na primeira vez que ele conseguiu andar, o quengo entrou em meu quarto tipo para avisar: Olha aí mano, voltei!!!...
E três meses após, Gonzaga já fazia novamente a dancinha da comida.
Gonzagão da Massa era tão conhecido no bairro, mas, tão, que certa vez ele estava em um de seus passeios na rua (pense num cachorro rueiro), e eu o chamo, ele vem todo com a cabeça torta (sequela que ficou pós atropelamento) e passava na hora um menino e sua mãe, quando o menino solta: Olha mãe é aqui que o Gonzaga mora...
Por falar em rueiro, diversas vezes o safado sumia por 2 ou 3 dias. Era só ir atrás que encontrava o bandido enrabichado por uma fêmea apta ao acasalamento. No entanto, ano passado ele já com seus 12 anos de idade sumiu por 15 dias. Eu morando em Recife estava para ficar doido querendo vir para Teresina para procurar meu amigo. Já tínhamos dado ele como morto, quando o idoso aparece em casa como nada se nada tivesse acontecido, extremamente cansado, aparentando ter vindo de bem longe.
Essa seria a última aventura do cachorro mais safado do mundo. Pois após seu retorno, ele ficou receoso de sair de casa. Antes uma brecha de um milímetro no portão era suficiente para ele atravessar feito um foguete levando quem estivesse na frente, depois disso ele via o portão aberto e não fazia questão de sair. Pode ter sido trauma de algo que aconteceu nesses dias sumido, mas, pode ter sido somente um fator: A idade.
O tempo. O tempo é algo que não para, e é algo crucial, faz o dinheiro perder valor, faz o investimento ganhar valor. Velocidade x Tempo nos dá aceleração e eu nem sei o porquê escrevi isso aqui. Mas, nada escapa do tempo, e meu amigo não escapou.
2020, Gonzaga já não saía mais para longe de casa, já passava maior parte do tempo deitado, mas, isso não o impedia de quando eu estar em Teresina ele tá na cola. Porém umas feridas estranhas apareceram nele, e o diagnóstico foi CALAZAR (Leishmaniose Visceral), duas opções podiam ser tomadas: Sacrifício ou Tratamento Caro. Sem pensar a segunda opção foi escolhida. O diagnóstico do Calazar foi dado em Maio, e logo ele começou o tratamento, porém, com a idade, aquela saúde de ferro que o SRD mais pilantra da face da Terra não era mais a mesma. Logo ele já tinha 13 anos completos, para um cachorro isso é tempo demais, mas, sabendo como nosso cachorro era diferenciado, sempre ficávamos na expectativa que ele ia sustentar mais um tempo. Porém junto do calazar, a idade trouxe um problema na próstata do safado e um inchaço nas quatro patas indicava outra enfermidade. Mesmo assim, acreditávamos na sua recuperação.
Mas, a recuperação não veio. E agora 14/10/2020 meu amigo veio a falecer... Eu não estava em Teresina, tinha ido resolver umas pendências em Recife, mas, uns 4 dias antes eu tinha falado com ele, mesmo sem acreditar nessas coisas, pedi para ele se segurar até eu viajar, pois eu não ia aguentar ver ele indo embora. Dia 12/10/2020 eu viajei, dia 14/10/2020 recebo a mensagem que ele tinha morrido.
A morte de um animal de estimação afeta muito a gente, principalmente quando você é muito apegado. Logo era comum ele entrar no meu quarto e ficar aqui comigo, sendo que ele era normalmente proibido de entrar em casa, mas, passava 90% do dia dentro, pois entrava escondido e fazia sua presença desaparecer (rsrs)... Muitas e muitas vezes eu acordava de manhã sentindo aquela presença, quando me virara ele estava me encarando no pé da cama. Gonzaga virou um companheiro diário e literalmente não saia dos meus pés durante esses anos e vou guardar essas lembranças com meu cachorro para sempre.
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domingo, 6 de setembro de 2020
Minha experiêcia com o Mestrado
By Deniezio S Gomessetembro 06, 2020Diversos, graduação, mestrado, pós-graduação, UFPE
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O Mestrado Acadêmico ou simplesmente Mestrado, é um curso stricto sensu que torna mais profundo o aprendizado da graduação. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre um tema de interesse acadêmico e estimular a reflexão teórica. É voltado, em princípio, para quem pretende crescer no circuito acadêmico, como professor ou pesquisador. Mas nada impede que quem atua no mercado encontre no mestrado acadêmico meios de adquirir e aprimorar competências relevantes para o exercício da profissão. Só depende do conteúdo e do enfoque do curso (Guia do Estudante).
Após essa definição de Mestrado, vamos falar do meu Mestrado.
Pois bem, quando iniciei a graduação o mercado de trabalho estava a todo vapor para as áreas de Engenharia, até mesmo para a minha que é bem desconhecida por grande parte da população: Engenharia Cartográfica e de Agrimensura.
Porém, com o passar dos primeiros semestres, a coisa foi mudando de rumo, as notícias começaram a não animar e o resultado era de muitos profissionais formados e pouca oportunidade de emprego.
Assim, vendo essa situação alarmante, lá pelo meu quarto ou quinto período eu decidi que queria fazer mestrado, mesmo sem saber quase nada do que seria um mestrado, porém sabia que com um mestrado eu poderia ser professor e isso para mim era bastante interessante.
Foi aí que em 2016, ano em que viria a me formar, decidi prestar o Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação da Universidade Federal de Pernambuco, devido ao fato de ter alguns professores meus oriundos desse programa.
Então, para a seleção do mestrado de antemão são necessários algumas coisas dentre elas um Pré-projeto que no caso eu não tinha e nem fazia ideia do que fazer. Eis então que no Edital de Seleção, tinham as linhas de pesquisas e os emails dos professores para caso quisesse entrar em contato, e assim eu fiz, prontamente fui respondido e fiz o projeto de acordo com a ideia que me foi dada por este email.
Feito o projeto e enviado três cópias via sedex juntamente a outros documentos, me preparei para a apresentação de defesa de pré-projeto que ocorreria via SKYPE, pois, como sou de Teresina-PI e o Centro de Tecnologia e Geociências da UFPE (onde fica localizado o Departamento de Cartografia e o PPGCGTG) fica em Recife-PE, tinha essa opção de defender por videochamada.
Realizada a defesa de videochamada, agora era só aguardar o resultado, e ele veio. NÃO PASSEI!!!
Aquela sensação de garganta seca ficou comigo umas duas semanas, mas, eu não podia parar, pois ainda estava no último período da graduação.
Deste modo, me formei e entrei para as estatísticas do governo, aquela lá dos desempregados.
Então vem o ano de 2017, posso afirmar que foi um dos piores anos de minha vida, e novamente faço a seleção do mestrado do PPGCGTG. Como eu falei, estava tudo meio conturbado em 2017 e justamente na época da defesa é que o negócio estava ruim mesmo, e fui pessimamente na defesa de pré-projeto, e novamente NÃO PASSEI!!. Detalhe que era o mesmo que eu tinha tentado no ano anterior.
Interessante é que em 2016, eu fui bem na defesa, porém meu currículo acadêmico era uma porcaria, em 2017 dei um UP no currículo e torei brita na defesa.
Sem chão, eu já não pensava mais em mestrado e começava a ver o que planejar para o ano de 2018, pois iria caçar alguma atividade para realizar.
Foi aí que o ano de 2018 chegou, e na tarde de 23 de Fevereiro recebo um email:
Eu não falei, mas, na seleção de 2017, eu não passei porém fiquei 2 posições após o número de vagas. O universo conspirou e duas pessoas não se matricularam fazendo com que eu entrasse no Programa.
Acho que para mim, as coisas tem que ser difíceis mesmo, no vestibular para "Engenharia de Agrimensura" (já expliquei em outra postagem que quando prestei vestibular o curso tinha apenas esse título) passei em último e no mestrado só não fui o último pois ainda houveram uma ou duas chamadas após a minha.
Respondi o email confirmando o interesse, porém, as aulas já iriam iniciar em março, então tive que correr atrás de lugar para ficar em Recife, eu não tenho nenhum parente em Recife, consegui um quartinho alugado pela OLX no Bairro IPSEP, fui sem nem sequer ver o quarto pessoalmente, fechei os olhos e encarei a parada. Nunca tinha viajado para tão longe de casa e sozinho me mudei para Recife com a cara e a coragem.
Os primeiros dias em Recife eu literalmente tomei um choque de cultura, Teresina comparada a Recife ainda é uma cidade muito pequena. Mas, nada era pior do que não conhecer ninguém na cidade. Porém no primeiro dia de aula, já encontrei uma conhecida de Teresina, e ainda tinham outras pessoas de Teresina na minha mesma turma, no entanto, eu não conhecia nenhum deles mas, isso foi um alívio pois rapidamente fiz amizade com os mesmos.
Deixando a melosidade vamos ao Mestrado. O que fiz é composto por alguns itens obrigatórios para se formar dentre eles estão:
No quesito créditos consegui integralizar todos no primeiro ano, os obrigatórios foram com as disciplinas: Geodésia, Cartográfia e Estatística Aplicada as Ciências Geodésicas. Já os optativos: Teoria dos Erros, Metodologia da Pesquisa e Levantamentos Geodésicos. Ainda paguei mais uma disciplina optativa em 2019: Tópicos Especiais em Geodésia Celeste.
No primeiro ano, o recomendável, é que além dos créditos o mestrando defenda seu projeto, porém, eu já citei que as paradas para minha pessoa costumam ser um pouco mais difíceis. Pelo fato de eu ter sido selecionado após a primeira chamada, em que os orientadores pegam seus orientandos, acabou que fiquei sem orientador, pois o professor que idealizou o meu projeto já estava "cheio" de orientandos. Assim, o programa me colocou com o Prof. Dr. Francisco Jaime Bezerra Mendonça. E quem saiu ganhando foi eu. Deste modo, mesmo iniciando outro projeto do zero consegui defender o mesmo em Dezembro de 2018.
O ano de 2019 foi dedicado a escrita da dissertação, embora eu tenha pego uma disciplina, e a realização da parte prática da mesma. O universo conspirou muito a meu favor nesse mestrado, primeiro na aprovação depois na orientação, esta eu irei explicar.
Primeiro que eu não conhecia o meu orientador e o projeto que ele elaborou simplesmente atendia a tudo que eu gosto da minha área, apenas teria que aprender um pouco mais afundo sobre Fotogrametria Digital que de tudo que ele sugeriu para a nossa dissertação, era o que eu menos dominava.
Minha dissertação envolveu métodos de levantamentos clássicos e modernos, com isso, tive que ir ao "campo" várias vezes:
Mais detalhes serão dados sobre as partes práticas quando a dissertação for publicada no site da biblioteca da UFPE, pois aguardo isso para fazer uma publicação aqui sobre a mesma.
Após concluída toda a parte de campo, em Dezembro de 2019 realizei a Qualificação da Dissertação, sendo a penúltima parte de toda essa empreitada.
Para finalizar essa Quest só restava a Defesa da Dissertação, e esta ocorreu no dia 20 de Fevereiro de 2020.
Terminei o Mestrado dentro dos 2 anos, sem prorrogação. Nele aprendi bastante coisa e fiz bastantes amigos.
Após essa definição de Mestrado, vamos falar do meu Mestrado.
Pois bem, quando iniciei a graduação o mercado de trabalho estava a todo vapor para as áreas de Engenharia, até mesmo para a minha que é bem desconhecida por grande parte da população: Engenharia Cartográfica e de Agrimensura.
Porém, com o passar dos primeiros semestres, a coisa foi mudando de rumo, as notícias começaram a não animar e o resultado era de muitos profissionais formados e pouca oportunidade de emprego.
Assim, vendo essa situação alarmante, lá pelo meu quarto ou quinto período eu decidi que queria fazer mestrado, mesmo sem saber quase nada do que seria um mestrado, porém sabia que com um mestrado eu poderia ser professor e isso para mim era bastante interessante.
Foi aí que em 2016, ano em que viria a me formar, decidi prestar o Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação da Universidade Federal de Pernambuco, devido ao fato de ter alguns professores meus oriundos desse programa.
Então, para a seleção do mestrado de antemão são necessários algumas coisas dentre elas um Pré-projeto que no caso eu não tinha e nem fazia ideia do que fazer. Eis então que no Edital de Seleção, tinham as linhas de pesquisas e os emails dos professores para caso quisesse entrar em contato, e assim eu fiz, prontamente fui respondido e fiz o projeto de acordo com a ideia que me foi dada por este email.
Feito o projeto e enviado três cópias via sedex juntamente a outros documentos, me preparei para a apresentação de defesa de pré-projeto que ocorreria via SKYPE, pois, como sou de Teresina-PI e o Centro de Tecnologia e Geociências da UFPE (onde fica localizado o Departamento de Cartografia e o PPGCGTG) fica em Recife-PE, tinha essa opção de defender por videochamada.
Realizada a defesa de videochamada, agora era só aguardar o resultado, e ele veio. NÃO PASSEI!!!
Aquela sensação de garganta seca ficou comigo umas duas semanas, mas, eu não podia parar, pois ainda estava no último período da graduação.
Deste modo, me formei e entrei para as estatísticas do governo, aquela lá dos desempregados.
Então vem o ano de 2017, posso afirmar que foi um dos piores anos de minha vida, e novamente faço a seleção do mestrado do PPGCGTG. Como eu falei, estava tudo meio conturbado em 2017 e justamente na época da defesa é que o negócio estava ruim mesmo, e fui pessimamente na defesa de pré-projeto, e novamente NÃO PASSEI!!. Detalhe que era o mesmo que eu tinha tentado no ano anterior.
Interessante é que em 2016, eu fui bem na defesa, porém meu currículo acadêmico era uma porcaria, em 2017 dei um UP no currículo e torei brita na defesa.
Sem chão, eu já não pensava mais em mestrado e começava a ver o que planejar para o ano de 2018, pois iria caçar alguma atividade para realizar.
Foi aí que o ano de 2018 chegou, e na tarde de 23 de Fevereiro recebo um email:
Eu não falei, mas, na seleção de 2017, eu não passei porém fiquei 2 posições após o número de vagas. O universo conspirou e duas pessoas não se matricularam fazendo com que eu entrasse no Programa.
Acho que para mim, as coisas tem que ser difíceis mesmo, no vestibular para "Engenharia de Agrimensura" (já expliquei em outra postagem que quando prestei vestibular o curso tinha apenas esse título) passei em último e no mestrado só não fui o último pois ainda houveram uma ou duas chamadas após a minha.
Respondi o email confirmando o interesse, porém, as aulas já iriam iniciar em março, então tive que correr atrás de lugar para ficar em Recife, eu não tenho nenhum parente em Recife, consegui um quartinho alugado pela OLX no Bairro IPSEP, fui sem nem sequer ver o quarto pessoalmente, fechei os olhos e encarei a parada. Nunca tinha viajado para tão longe de casa e sozinho me mudei para Recife com a cara e a coragem.
Os primeiros dias em Recife eu literalmente tomei um choque de cultura, Teresina comparada a Recife ainda é uma cidade muito pequena. Mas, nada era pior do que não conhecer ninguém na cidade. Porém no primeiro dia de aula, já encontrei uma conhecida de Teresina, e ainda tinham outras pessoas de Teresina na minha mesma turma, no entanto, eu não conhecia nenhum deles mas, isso foi um alívio pois rapidamente fiz amizade com os mesmos.
Deixando a melosidade vamos ao Mestrado. O que fiz é composto por alguns itens obrigatórios para se formar dentre eles estão:
- 24 créditos integralizados, sendo 12 com disciplinas obrigatórias e 12 com disciplinas optativas;
- Defesa de Projeto;
- Defesa de Qualificação;
- Defesa de Dissertação.
No quesito créditos consegui integralizar todos no primeiro ano, os obrigatórios foram com as disciplinas: Geodésia, Cartográfia e Estatística Aplicada as Ciências Geodésicas. Já os optativos: Teoria dos Erros, Metodologia da Pesquisa e Levantamentos Geodésicos. Ainda paguei mais uma disciplina optativa em 2019: Tópicos Especiais em Geodésia Celeste.
Turma de Levantamentos Geodésicos.
No primeiro ano, o recomendável, é que além dos créditos o mestrando defenda seu projeto, porém, eu já citei que as paradas para minha pessoa costumam ser um pouco mais difíceis. Pelo fato de eu ter sido selecionado após a primeira chamada, em que os orientadores pegam seus orientandos, acabou que fiquei sem orientador, pois o professor que idealizou o meu projeto já estava "cheio" de orientandos. Assim, o programa me colocou com o Prof. Dr. Francisco Jaime Bezerra Mendonça. E quem saiu ganhando foi eu. Deste modo, mesmo iniciando outro projeto do zero consegui defender o mesmo em Dezembro de 2018.
Defesa de Projeto.
O ano de 2019 foi dedicado a escrita da dissertação, embora eu tenha pego uma disciplina, e a realização da parte prática da mesma. O universo conspirou muito a meu favor nesse mestrado, primeiro na aprovação depois na orientação, esta eu irei explicar.
Primeiro que eu não conhecia o meu orientador e o projeto que ele elaborou simplesmente atendia a tudo que eu gosto da minha área, apenas teria que aprender um pouco mais afundo sobre Fotogrametria Digital que de tudo que ele sugeriu para a nossa dissertação, era o que eu menos dominava.
Minha dissertação envolveu métodos de levantamentos clássicos e modernos, com isso, tive que ir ao "campo" várias vezes:
Posicionamento por GNSS.
Mais detalhes serão dados sobre as partes práticas quando a dissertação for publicada no site da biblioteca da UFPE, pois aguardo isso para fazer uma publicação aqui sobre a mesma.
Após concluída toda a parte de campo, em Dezembro de 2019 realizei a Qualificação da Dissertação, sendo a penúltima parte de toda essa empreitada.
Qualificação da Dissertação.
Para finalizar essa Quest só restava a Defesa da Dissertação, e esta ocorreu no dia 20 de Fevereiro de 2020.
Defesa de Dissertação.
Terminei o Mestrado dentro dos 2 anos, sem prorrogação. Nele aprendi bastante coisa e fiz bastantes amigos.
Vale ressaltar que de maio de 2019 a fevereiro de 2020 fui bolsista pela CAPES e essa ajuda financeira foi de grande valia tanto para me manter em Recife como para a execução do Mestrado. E por ser bolsista tive que realizar o Estágio de Docência, neste ministrei a Disciplina de Cartografia Aplicada a Oceanografia para a turma do Curso de Oceanografia da UFPE. Tendo assim minha primeira experiência real com a sala de aula na função de professor no período 2019.2.
Hoje encontro-me em Teresina novamente, agora estudando para um Concurso de Professor Efetivo da UFPI e se tudo correr bem espero mais essa aprovação.
Hoje encontro-me em Teresina novamente, agora estudando para um Concurso de Professor Efetivo da UFPI e se tudo correr bem espero mais essa aprovação.
Para finalizar essa postagem, a única coisa que posso dizer é: Prazer...
Engenheiro Cartografo e Agrimensor
Mestre em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação















































