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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Cachorro


Em 2007, se não tiver enganado, na festa de casamento da minha irmã, meu pai já melado de álcool se interessou em um doguinho, rabo seco, vira-lata legítimo, que estava perambulando pelas mesas em busca de petiscos.

Ao pedi-lo para o dono deste doguinho cabeçudo e magricelo, o mesmo, recebeu um não como resposta. Então iniciou-se um processo de negociação de compra e venda mais acirrado que o mercado de ações da IBOVESPA.

Meu pai ofereceu R$ 10, o cara não quis. Ofereceu R$ 20, novamente negativado pelo dono. R$ 30, uma leve balançada. E por fim R$ 40, esse foi o preço que conseguiu adentrar no coração de pedra do então dono do doguinho.

Eu não vi essa negociação, neste dia eu fui para o churrasco da festa de casamento de minha irmã a tarde e logo fui embora pois a noite eu tinha pelada na Quadra da Escola Municipal Simões Filho.

Ao chegar em casa eu vi aquele rabo seco correndo em círculos e fiquei meio sem entender, foi então que me explicaram. Na época eu estava meio triste pela morte de um outro cachorro carniça que eu tinha que foi atropelado por um descuido de deixarem o portão da casa aberto e o safado tirou para o mundo para nunca mais voltar.

Eu tinha bastante fotos dele nessa época tomadas de um poderoso Sony Ericson k310i, mas, todas se perderam num bug do Windows XP que eu tinha em meu desktop...

Pois bem, dando sequência. O puto era danado, no primeiro dia aprendeu a dar a volta na casa, era só colocar o bandido para fora de um lado que o safado entrava pelo outro. Logo de início já vi que ele era um cachorro diferenciado.

Como sempre o primeiro ritual ao adquirir um cachorro é a escolha do nome, e aqui não foi diferente. Queriam leão, queriam lion, king, etc... Foi cada tentativa bizarra mas, ele nunca atendeu, parecia que ele tinha uma espécie de demência. Mas, como eu falei, na época eu estava triste pela morte recente de meu outro amigo de quatro patas, mas, em um flash de atenção que eu dei a este novo integrante da família lhe batizei de GONZAGA. Sim GONZAGA, o safado tinha cara de Gonzaga, jeito de Gonzaga, não caberia a ele outro nome se não fosse Gonzaga e acreditem, ele atendeu rapidamente por este nome, não foram 3 dias para ele se situar que ao falarem Gonzaga, era com ele.

O interessante que o comportamento traquino e inteligente deste cachorro foi me chamando atenção e quando fui perceber o puto já era meu companheiro diário.

Aqui em casa, nenhum cachorro passava dos três anos, sempre rolava umas paradas bizarras, normalmente era um atropelamento. Mas, o Lorde Gonzaga (para os íntimos apenas Gonzaga, no RG era Carlos Gabriel Gonzaga) era muleque piranha, três anos para ele não eram nada. Se dessem um carro ele fazia era dirigir.

Brincadeiras a parte, o cara era um tanque de guerra no quesito saúde. Não lembro dele adoecendo uma vez sequer. Minha mãe em uma época pegou mais dois cachorros, ambos morreram no intervalo de tempo padrão da casa, mas, o safado ali duro, bagunceiro, moleque, cachaceiro, pinguço, putanheiro, etc.

O tempo de convivência foi muito grande, porém muito pouco. Lembro em 2012, devido a um acidente de moto que sofri em 2011, iniciei as fisioterapias e eu ia para a parada de bus numa perna só a base de muletas, ele me acompanhava e faltava entrar no ônibus comigo, e ai de quem tentasse encostar em mim na parada. O cara era um molenga na arte de briga canina, ele era gente boa, mas, ao perceber minha situação debilitada do momento se tornou na fera mais braba desse planeta.

Independente do tempo que passasse fora, quando eu chegava ele me recebia com uma alegria da porra, eu o via sorrir e não é mentira. Porém uma vez, ainda em 2012, cheguei em casa e lá estava ele enrolado em uns panos deitado em uma cadeira de espaguete, fui lá falar com ele e só o rabinho balançou. Eram três furos grandes no pescoço, que no dia seguinte o veterinário confirmou que foram 3 facadas. Já senti raiva, mas, nesse dia a minha vontade foi pegar um três oitão que eu tinha no guarda-roupa e ir atrás do vagabundo que fez isso com meu amigo. Mas, me controlei, e o veterinário também informou que somente uma das facadas era profunda as demais eram superficiais. Por sorte o puto era um obeso e tinha um tecido adiposo considerável e mesmo a facada profunda não tinha atingido nenhum órgão vital.

O tempo foi passando quando em 2015, o karma que atingia os doguinhos vira-latas dessa residência atingiu o cachorro mais vagabundo do planeta. Eu tinha acabado de chegar em casa, quando meu sobrinho entra gritando e chorando avisando que meu amigo velho tinha sido atropelado. Rapidamente fui até onde ele, e fiquei lá sentado, porém, quando meu nego velho fez força para colocar a cabeça em cima da minha mão, eu vi que não era a hora dele e então o levamos para o Hospital Veterinário da Universidade Federal do Piauí. Após algumas radiografias, ele ficou internado de observação, pois ele não estava movimentando as quatro patas, tudo indicava que ele ficaria tetraplégico.


Mas, eu falei, o sem vergonha era um tanque de guerra no quesito saúde. E após uma semana (eu saía da aula para ir vê-lo) o pilantra teve alta. Porém, ainda sem conseguir se movimentar. No HVU falaram que provavelmente ele estava com uma parada que esqueci o nome no cérebro, que deve ter sido gerado pelo fato do atropelamento e possivelmente ele ter batido a cabeça fortemente no chão.

No entanto, o diferencial do cretino era demais, e em pouco mais de um mês, ele iniciou a luta para voltar a andar. Primeiro conseguindo levantar a cabeça, depois ficar sentado cambaleante e por fim os primeiros passinhos de um cachorro safado. O interessante é que na primeira vez que ele conseguiu andar, o quengo entrou em meu quarto tipo para avisar: Olha aí mano, voltei!!!...

Relevem essa vozinha fina no final, era a forma usada para se comunicar com meu amigo.

E três meses após, Gonzaga já fazia novamente a dancinha da comida.


Gonzagão da Massa era tão conhecido no bairro, mas, tão, que certa vez ele estava em um de seus passeios na rua (pense num cachorro rueiro), e eu o chamo, ele vem todo com a cabeça torta (sequela que ficou pós atropelamento) e passava na hora um menino e sua mãe, quando o menino solta: Olha mãe é aqui que o Gonzaga mora...

Por falar em rueiro, diversas vezes o safado sumia por 2 ou 3 dias. Era só ir atrás que encontrava o bandido enrabichado por uma fêmea apta ao acasalamento. No entanto, ano passado ele já com seus 12 anos de idade sumiu por 15 dias. Eu morando em Recife estava para ficar doido querendo vir para Teresina para procurar meu amigo. Já tínhamos dado ele como morto, quando o idoso aparece em casa como nada se nada tivesse acontecido, extremamente cansado, aparentando ter vindo de bem longe.


Essa seria a última aventura do cachorro mais safado do mundo. Pois após seu retorno, ele ficou receoso de sair de casa. Antes uma brecha de um milímetro no portão era suficiente para ele atravessar feito um foguete levando quem estivesse na frente, depois disso ele via o portão aberto e não fazia questão de sair. Pode ter sido trauma de algo que aconteceu nesses dias sumido, mas, pode ter sido somente um fator: A idade.

O tempo. O tempo é algo que não para, e é algo crucial, faz o dinheiro perder valor, faz o investimento ganhar valor. Velocidade x Tempo nos dá aceleração e eu nem sei o porquê escrevi isso aqui. Mas, nada escapa do tempo, e meu amigo não escapou.

2020, Gonzaga já não saía mais para longe de casa, já passava maior parte do tempo deitado, mas, isso não o impedia de quando eu estar em Teresina ele tá na cola. Porém umas feridas estranhas apareceram nele, e o diagnóstico foi CALAZAR (Leishmaniose Visceral), duas opções podiam ser tomadas: Sacrifício ou Tratamento Caro. Sem pensar a segunda opção foi escolhida. O diagnóstico do Calazar foi dado em Maio, e logo ele começou o tratamento, porém, com a idade, aquela saúde de ferro que o SRD mais pilantra da face da Terra não era mais a mesma. Logo ele já tinha 13 anos completos, para um cachorro isso é tempo demais, mas, sabendo como nosso cachorro era diferenciado, sempre ficávamos na expectativa que ele ia sustentar mais um tempo. Porém junto do calazar, a idade trouxe um problema na próstata do safado e um inchaço nas quatro patas indicava outra enfermidade. Mesmo assim, acreditávamos na sua recuperação.

Mas, a recuperação não veio. E agora 14/10/2020 meu amigo veio a falecer... Eu não estava em Teresina, tinha ido resolver umas pendências em Recife, mas, uns 4 dias antes eu tinha falado com ele, mesmo sem acreditar nessas coisas, pedi para ele se segurar até eu viajar, pois eu não ia aguentar ver ele indo embora. Dia 12/10/2020 eu viajei, dia 14/10/2020 recebo a mensagem que ele tinha morrido.

A morte de um animal de estimação afeta muito a gente, principalmente quando você é muito apegado. Logo era comum ele entrar no meu quarto e ficar aqui comigo, sendo que ele era normalmente proibido de entrar em casa, mas, passava 90% do dia dentro, pois entrava escondido e fazia sua presença desaparecer (rsrs)... Muitas e muitas vezes eu acordava de manhã sentindo aquela presença, quando me virara ele estava me encarando no pé da cama. Gonzaga virou um companheiro diário e literalmente não saia dos meus pés durante esses anos e vou guardar essas lembranças com meu cachorro para sempre.

...








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sábado, 26 de maio de 2018

Minha experiência em Porto de Galinhas.


               Estava eu like a boss, cheio de trabalhos do mestrado para fazer em meu humilde quartinho alugado na cidade de Recife - PE, quando me toquei que estava a quase dois meses em uma cidade litorânea e ainda não tinha andando em praia alguma.

               Então convoquei minha bride para irmos, nessa época ela estava aqui toda morena me fazendo companhia. Após analisar, decidimos ir para Porto de Galinhas, já que em Boa Viagem e cia correríamos o risco de pegar uma mordida de tubarão, e tipo, eu sou um cabra muito macho e parrudo, apesar de estar bem magricelo, provavelmente iria trocar dentadas com um tubarão, alguém ia filmar e eu ia virar inimigo da sociedade protetora dos animais, por esse motivo, para eu não ter um vídeo viral rolando nas redes sociais, mordendo um tubarão decidimos então irmos para Porto de Galinhas.

               Após a decisão para onde iríamos, fomos procurar o meio de ir, a primeira opção foi olhar naquele aplicativo de motorista particulares que deu o que falar nos últimos anos mas, que agora, pelo menos aqui em Recife, está de boa. Porém, dava mais de R$ 100,00 e pessoas ainda não estou me prostituindo para dar esse valor em uma "viagem" de aproximadamente 50km, partindo disto, olhei em um app que tem me salvado muito nesta cidade nova, para ver qual bus pegaríamos, e deu foi certo, o app mostrou que busão, qual o horário para pegar e a previsão, então num sábado (05/05/18) pela manhã: let's go a praia!!!...

               Depois de pegar o bus e passar mais ou menos duas horas nele (detalhe que paguei apenas meia R$ 5,35), chegamos por volta das 9:00 h da manhã (sim saímos cedo pacaralho de casa) na entrada da praia de Porto de Galinhas. Bem como não andamos pela cidade, só posso dizer que no percurso que fizemos, todos os arredores eram bem bonitos e limpos. Ponto positivo!!...
               Só que, ao chegar mais ou menos 300 m da praia, aquele ambiente limpo e bonito, se torna chato pacaralho, para quem é de Teresina - PI, é o mesmo que está andando no Shopping da Cidade, e aquele monte de ambulante: Diga meu bem o que você quer. Lá são um monte de "guias", com panfletos, recomendação "dos melhores lugares", dos passeios de barco, dos mergulhos. Ponto negativo!!...
               Após desviar de muitos guias, tipo muitos mesmo, conseguimos chegar no letreiro da praia, esse da thumb e do início da postagem. E finalmente vimos o mar, que como esperado, muito bonito, uma água verdinha, transparente, perfeita.


               Só que a felicidade de ver uma praia bonita se estraga ao saber dos valores dos aluguéis de barraca e cadeiras. Provavelmente os caras manjam de quem é de fora, quem tá vindo a primeira vez e tals, e como bons brasileiros querem logo meter a faca na jugular, pois bem, um kit com duas cadeiras e uma barraca saía no valor de R$ 45,00 ou você pode simplesmente pode pegar este mesmo kit não pagar por eles, mas, é obrigado a consumir: aí pensei, já que nem eu e nem minha morena somos de beber, compramos um almoço e páh tá resolvido. (péssima escolha!!). Pois, o "almoço" saiu quase o preço do Uber (foi o jeito citar), fora os 10% do garçom, o que eu fico puto é que foi um tira gosto propriamente dito, bem longe de um almoço, era apenas "carne de sol" (suspeito eu, que não era) com batata e macaxeira: Dava para duas pessoas? Dava. Encheu? Encheu. Mas, esse valor absurdo afasta os visitantes, eu mesmo não pretendo ir por lá tão cedo, ainda não me recuperei do baque.

               Se você está procurando paz e sossego, um lugar para relaxar a mente, a Praia de Porto de Galinhas é o lugar onde você não deve ir. Pois bem, você não passa 5 min sem ter um ambulante em sua barraca oferecendo, bebida, arte feita de palha de coco, arte feita de coco, arte feita ao vivo com spray em azulejo, bonecas, pulseira dos primos do manassés, tapetes e até abajur, sim tinha um cara vendendo abajur, fora outras coisas que eu não entendo como uma pessoa acha que vai vender aquilo em uma praia. Praticamente você tem que evitar contato visual com os caras, pois o simples fato de olhar, já é motivo para estacionarem em sua barraca, e você precisa de pelo menos uns 5 nãos, para os caras entenderem que você não quer o produto deles. Um ambiente extremamente bonito visualmente, acaba por se estragar, por essa mania de brasileiro de tentar um oportunismo em qualquer lugar.

               Após o almoço, minha morena e eu fomos banhar e tirar umas fotos, fiz um investimento de R$ 12,00 em uma bolsinha para colocar o celular, morrendo de medo de entrar água, que valeu pena, pois foram muitas fotchênhas dentro d'água, coisa que um pobreta sem condições de com comprar uma GoPro nunca conseguiria fazer. Destaco que este foi o melhor momento de estar na praia, foi o único momento realmente de sossego que tivemos, já que fora d'água no meio das barracas é quase impossível.



               Após isso, fomos embora, e no caminho muitos restaurantes com os pf de R$ 13,00, me fizeram ver o quão trouxa eu fui em cair na lábia do "guia" ao qual fiz a compra casada da barraca e das cadeiras. Mas, é assim, nem todo dia se ganha.

               Dias depois ao conversar com meu amigo que é daqui de Recife, ele me passou os paranauê da coisa, que, os nativos daqui levam sua própria barraca e armam longe da multidão, também levam seu próprio cooler e na hora do almoço desmontam a barraca e vão nos pfs de 13 conto depois voltam. Assim farei em minhas próximas aventuras no decorrer desses dois anos que ficarei em Recife.

               Para finalizar, em um contexto geral, o passeio foi bom, se não tivesse esses problemas que eu falei, teria sido ótimo, minha morena e eu, somos apaixonados por praia, pretendo quando ela voltar aqui para ficar comigo, visitar outras praias, aproveitar que estamos perto de várias, diferentemente de quando estamos em Teresina. Recomendo a quem vai conhecer a primeira vez e quiser gastar pouco, que leve pelo menos uma barraca, é bem barato nesses supermercados atacado, e façam como me recomendaram, montem longe, curtam a vista, se bater a fome vão nos pf dos restaurantes, só não caiam no mesmo vacilo que eu. Então... Flw...

Este texto foi escrito com base em minha experiência galera, a única que tive, nada impede de na próxima eu mudar completamente minha visão deste belo local...

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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Topografia - Nivelamento - Visadas Extremas.


Fala galera, blz?
Então dando continuidade as nossas resoluções de exercícios de topografia segue mais um aew...

Na seguinte figura, referente a um nivelamento  geométrico por visadas extremas, indicados os

pontos visados. Os valores dos correspondentes lances são:
Estação 01: A = 1,687m; B = -2,436m; C = 1,357m; D = -1,566m.
Estação 02: D = -3,587m; E = 3,698m.
As cotas dos pontos A e E são previamente conhecidas, sendo CA = 100,00m e CE = 95,966m.
a)Determine e distribua o erro de fechamento.
b)Calcule as cotas corrigidas e o desnível corrigido entre os pontos B e D.

A solução desse exercício encontra-se no vídeo abaixo.


Outro método de resolver.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Passatempo: Qual o resultado final?

O resultado encontra-se no final da postagem.


Resposta: letra C.
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domingo, 7 de agosto de 2016

SPRING: Como Georreferenciar Imagens do Google Earth.


Georreferenciamento (português brasileiro) ou georreferenciação (português europeu) de uma imagem ou um mapa ou qualquer outra forma de informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas (pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de controle (WIKIPÉDIA).
Nesse sentido, georreferenciar uma imagem do google earth é pegar pontos dessa imagens e tornar conhecidas as suas coordenadas, em um determinado sistema de referência.

Nessa videoaula eu faço o passo a passo de como se georreferenciar uma imagem extraída do google earth utilizando o software SPRING, também ensino a vetorizar esta imagem e a exportar um arquivo DXF para o autocad.


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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Qual o resultado final?

Segue mais uma imagem, na qual se deseja saber a solução de uma adição simples. A imagem envolve animais e suas respectivas massa.



E aí sabe a resposta?



Solução: 105 kg. Quer saber como assista o vídeo acima.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Equação de Gauss - Espelhos Esféricos

Espelhos Esféricos, Apenas um Blog.

Fala galera... Blz...?

         Certa vez durante meu curso de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura, estava eu estudando para uma avaliação de Física 4, sabia eu que cairia a dedução da Equação de Gauss para espelhos esféricos, mas, na hora da prova eu errei. :(


         Extremamente emputecido com isso, ao chegar em casa eu gravei esse vídeo explicando o passo a passo da dedução da fórmula de Gauss, eu sabia, só não fiz na prova (típico de aluno), mas, vida que segue e na avaliação seguinte recuperei o que eu precisava.

       
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