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sábado, 2 de novembro de 2019

Curso de Geometria Descritiva com Certificado


Já pensou fazer um Curso de Geometria descrita, sair com conhecimento e certificado para usar como carga complementar na faculdade?...

Em breve estaremos disponibilizando o nosso Curso de Geometria na plataforma UDEMY, mas, não se preocupem os preços serão acessíveis a toda comunidade acadêmica...

Serão três curso: Básico, Intermediário e Avançado.

CURSO BÁSICO DE GEOMETRIA DESCRITIVA
- Irá abordar a teoria e aplicações básicas da Geometria Descritiva como: Ponto, Reta e Plano.

CURSO INTERMEDIÁRIO DE GEOMETRIA DESCRITIVA
- Irá abordar a teoria e aplicações intermediária da Geometria Descritiva: Métodos Descritivos (Mudança de Plano, Rotação e Rebatimento).

CURSO AVANÇADO DE GEOMETRIA DESCRITIVA
- Este irá abordar teoria e práticas avançadas da Geometria Descritiva como o Estudo dos Poliedros dentre outras aplicações.

Então preparem-se, sigam nosso blog e nosso canal no Youtube para serem notificados.

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domingo, 10 de junho de 2018

Exercício - Mudança de Planos


EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOBRE MUDANÇA DE PLANOS


01 - Por mudanças de planos de projeção, situar o ponto (A) no 1º diedro do novo sistema, Dado: (A){-1; -2; -3}.


02 – Submeter o ponto (A) a uma mudança que o situe no 1º diedro no novo sistema. Dado: (A){-5; -3; 5}.


03 – Efetuar uma mudança de plano de projeção, de modo que o ponto (A) venha possuir cota igual ao dobro da primitiva e de sinal contrário. Dado: (A){-2; -2; -1}.


04 – Dado o ponto (A), submete-lo a uma mudança de plano que o situe no (βi) do novo sistema. Dado: (A){-2; -2; -3}.



05 – Dado os pontos (A) e (B), efetuar uma mudança de plano, de modo que o ponto (A) se situe no (βi) e o ponto (B) no (βp) do novo sistema. Dados: (A){-1; -3; -1}, (B){-4; -1; 2}.


06 – Efetuando primeiro uma mudança de plano vertical e posteriormente uma mudança de plano horizontal, situar o ponto (A) na Linha de Terra no 3º sistema de planos. Dados: (A){0; -2; -3}.


07 – Dado o ponto (O), submete-lo à mudança de planos de projeção, tal que seu afastamento se duplique no novo sistema. Dado: (O){-5; -2; -3}.


08 – Submeter o ponto (K) à mudança de plano que torne a sua cota igual a z. Dados: (K){-5; 1; -4}, z = 3.



09 – Tornar fronto-horizontal a reta (M)(N). Dados: (M){-2; -6; -1}, (N){-6; -2; -5}.


10 – Fazer com que a reta (A)(B), após mudanças de planos, fique perpendicular ao plano horizontal, sendo dados: (A){-1; -2; -2}, (B){-4; -1; -1,5}.


11 - Fazer com que a reta (A)(B), após uma mudança de plano horizontal, fique situada no (βi) do novo sistema de planos. Dão-se: (A){-3; -2; -1}, (B){-5; -3; -2}.



12 – Por uma mudança de plano vertical, referir a reta (I)(P) ao sistema no qual se tenha (I)(P) = 5,5 situando (I) no (βi) e (P) no (βp). Dados: (I){-3; -1; -3}, (P){-8; ?; -3}.


13 – Fazer com que a reta qualquer (A)(B), após uma mudança de plano, coincida com a linha de terra no 3º sistema de planos. Dados: (A){-1; -2; -1}, (B){-4; -4; -2}.


14 – Redefinir o ponto (P) ao sistema ortogonal que tenha por linha de terra a reta (A)(B). Dados: (A){ -5; -2; -7}, (B){-5; -6; -2}, (P){ -2; -4; 5}.


15 – É conhecida a projeção ABC de um ângulo reto, bem como a projeção vertical A’B’ de um de seus lados. Determinar, por meio de uma mudança de plano, a projeção vertical B’C’ do outro lado do ângulo. Dão-se: (A){0; -2; -1}, (B){-2; -2,5; -3}, (C){-4; -0,5; ?}.



16 – Tornar de topo o plano (α) perpendicular ao (βi), e que contém a reta (T)(A). Dados: (T){-3; 0; 0}, (A){-5; -3; -1}.

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17 – Tornar vertical, por uma mudança de plano, o plano (φ) perpendicular ao (βp), e que contém os pontos (T){-3; 0; 0}, (A){-1; -2; 0}.


18 – Tornar vertical, por uma mudança de plano, o plano (φ) paralelo ao (βp), cujo o traço vertical possui cota igual a -2.

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19 – Tornar paralelo a linha de terra, por uma mudança de plano, o plano (φ) que contém o ponto (T), devendo a nova linha de terra deve passar pelo ponto de abcissa igual -3. Dados: (T){0; 0; 0}, φπ = -60° e φπ' = 45°.


20 – Tornar de topo, por uma mudança de plano, o plano (α) perpendicular ao (βp), e que contém a reta (A)(B). Dados: (A){0; 0; -1,5} e (B){-3; -2; 0}.

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PRÓXIMA AULA ►

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Geometria Descritiva - ÍNDICE


ÍNDICE DE POSTAGENS


ESTUDO DO PONTO

Aula 01 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO PONTO
Aula 02 - POSIÇÕES DO PONTO
Aula 03 - PLANOS BISSETORES
Aula 04 - SIMETRIA DE PONTOS
Aula 05 - ENTENDENDO A SIMETRIA DE PONTOS
Aula 06 - Exercícios Resolvidos sobre Estudo do Ponto
EXTRA: Exercícios sobre o Estudo do Ponto

ESTUDO DA RETA

Aula 01 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA RETA
Aula 02 - TRAÇOS DA RETA (1ª PARTE)
Aula 03 - TRAÇOS DA RETA (2ª PARTE)
Aula 04 - RETA HORIZONTAL
Aula 05 - RETA FRONTAL
Aula 06 - RETA FRONTO HORIZONTAL
Aula 07 - RETA VERTICAL
Aula 08 - RETA DE TOPO
Aula 09 - RETA DE PERFIL (1ªPARTE) (2ª PARTE) (3ª PARTE) (4ª PARTE)
Aula 10 - RETA PERPENDICULAR AO PLANO BISSETOR ÍMPAR
Aula 11 - RETA PERPENDICULAR AO PLANO BISSETOR PAR
Aula 12 - RETA QUALQUER
Aula 13 - RETA PARALELA AO PLANO BISSETOR ÍMPAR
Aula 14 - RETA PARALELA AO PLANO BISSETOR PAR
Aula 15 - POSIÇÕES RELATIVAS ENTRE RETAS
Aula 16 - CONCORRÊNCIA E PARALELISMO ENTRE RETAS DE PERFIL
Aula 17 - Exercícios Resolvidos sobre Estudo da Reta

ESTUDO DO PLANO

Aula 01 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO PLANO
Aula 02 - TRAÇOS DO PLANO
Aula 03 - PLANO VERTICAL
Aula 04 - PLANO DE TOPO
Aula 05 - PLANO DE PERFIL
Aula 06 - PLANO HORIZONTAL
Aula 07 - PLANO FRONTAL
Aula 08 - PLANO PARALELO A LINHA DE TERRA
Aula 09 - PLANO QUALQUER
Aula 10 - PLANO PERPENDICULAR AO PLANO BISSETOR ÍMPAR
Aula 11 - PLANO PERPENDICULAR AO PLANO BISSETOR PAR
Aula 12 - PLANO PARALELO AO PLANO BISSETOR ÍMPAR
Aula 13 - PLANO PARALELO AO PLANO BISSETOR PAR
Aula 14 - RETAS DO PLANO
Aula 15 - PERTINÊNCIA DE UMA RETA AO PLANO E PERTINÊNCIA DE UM PONTO AO PLANO
Aula 16 - PRINCIPAIS DO PLANO
Aula 17 - RETAS DE MÁXIMO DECLIVE E MÁXIMO INCLINAÇÃO
Aula 18 - POSIÇÕES RELATIVAS ENTRE RETAS E PLANOS
Aula 19 - PLANOS SECANTES
Aula 20 - INTERSECÇÃO ENTRE RETAS E PLANOS
Aula 21 - Exercícios Resolvidos sobre Estudo do Plano


MÉTODOS DESCRITIVOS

MUDANÇA DE PLANOS

Aula 01 - INTRODUÇÃO A MUDANÇA DE PLANOS
Aula 02 - MUDANÇA DE PLANOS NO ESTUDO DO PONTO
Aula 03 - MUDANÇA DE PLANOS NO ESTUDO DA RETA
Aula 04 - MUDANÇA DE PLANOS NO ESTUDO DO PLANO
Aula 05 - Exercícios Resolvidos sobre Mudança de Planos

ROTAÇÃO

Aula 01 - INTRODUÇÃO A ROTAÇÃO
Aula 02 - ROTAÇÃO DO PONTO
Aula 03 - ROTAÇÃO DA RETA
Aula 04 - ROTAÇÃO DO PLANO
Aula 05 - Exercícios Resolvidos sobre Rotação

REBATIMENTO

Aula 01 -
Aula 02 -
Aula 03 -
Aula 04 - Exercícios Resolvidos sobre Rebatimento

ESTUDO DOS POLIEDROS

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domingo, 15 de outubro de 2017

Geometria Descritiva - Mudança de Planos no Estudo do Plano


MUDANÇA DE PLANO NO ESTUDO DO PLANO

Basicamente, a mudança de plano quando a aplicada ao estudo do plano, temos por objetivo transformar um plano em outro.

Assim:

a) Se o plano for dado por duas retas.

Para submeter um plano a uma mudança de plano, seja ela vertical ou horizontal, submetem-se a essa mudança os elementos que compõe o plano, ou seja, uma reta do plano (frontal ou horizontal) e um ponto do plano que não pertença a esta reta.

I - MPV


II - MPH


b) Se o plano for dado por seus traços.

Neste caso, ao invés de usar uma reta do plano para auxiliar, usa-se, um ponto do plano.

I - MPV

Na MPV, faz-se a nova linha de terra passando pela projeção horizontal do ponto auxiliar, na sequência, transporta-se a cota deste ponto (lembrando-se que é perpendicular a nova linha de terra), lança-se o novo traço vertical passando pela nova projeção vertical do ponto auxiliar até a intersecção da nova linha de terra com o traço horizontal do plano dado.


II - MPH

Analogamente a MPV, na MPH faz-se a nova linha de terra passando, agora, pela projeção horizontal do ponto auxiliar, transporta-se então o afastamento do ponto para a nova linha de terra (perpendicular a esta) então faz-se o novo traço horizontal do plano passando pela nova projeção horizontal do ponto até a intersecção da nova linha de terra com o traço vertical do plano dado.



Principais aplicações

TORNAR UM PLANO NÃO PROJETANTE EM UM PLANO DE TOPO

Primeiramente, temos que ter em mente a propriedade característica do plano de topo, sabendo disso, realiza-se então uma MPV, de modo que a nova linha de terra seja perpendicular ao traço horizontal do plano dado.


TORNAR UM PLANO NÃO PROJETANTE EM UM PLANO VERTICAL

Novamente, temos que inicialmente lembrar-nos das propriedades características do plano vertical, munido desse conhecimento, realiza-se então uma MPH, fazendo a nova linha de terra perpendicular ao traço vertical do plano dado e passando pela projeção vertical do ponto auxiliar.


TORNAR UM PLANO NÃO PROJETANTE EM UM PLANO HORIZONTAL

Neste caso, não conseguimos a solução realizando apenas uma mudança de plano. Assim, faz-se necessário aplicarmos duas mudanças de planos: A primeira uma MPV de modo a tornar o plano dado em um plano de topo e a segunda uma MPH, para então transformar o plano de topo em um plano horizontal.
Observe que, na MPH a nova linha de terra é paralela ao novo traço vertical do plano.


TORNAR UM PLANO NÃO PROJETANTE EM UM PLANO FRONTAL

Neste caso, novamente aplicaremos uma dupla mudança de planos, primeiramente uma MPH de modo a tornar o plano dado em um plano vertical, e na sequência uma MPV tornando assim o plano vertical em um plano frontal.
Veja que, na MPV a nova linha de terra é paralela ao novo traço horizontal do plano.



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Geometria Descritiva - Mudança de Plano no Estudo da Reta


MUDANÇA DE PLANO NO ESTUDO DA RETA

Para se realizar uma mudança de plano, seja MPV ou MPH, em uma reta, submetemos a esta, simultaneamente a mesma mudança de plano em dois pontos quaisquer da mesma.


Aplicações da Mudança de Planos no Estudo da Reta

A principal aplicação da mudança de planos no estudo da reta, é a determinação da verdadeira grandeza da mesma, e como se faz isso? Transformando a reta dada em uma reta que seja projetante a um dos planos de projeção, ou seja, que tenha a sua verdadeira grandeza em uma de suas projeções ou até mesmo nas duas. Além disto, podemos aplicar a mudança de planos para transformar uma reta dada, perpendicular aos planos de projeções.

TORNAR UMA RETA QUALQUER EM UMA RETA FRONTAL

Para iniciar a transformação de uma reta qualquer em uma reta frontal, a primeira coisa a se lembrar é: Qual a propriedade característica de uma reta frontal em épura? Sabendo isso, que uma reta frontal possui a projeção horizontal paralela a linha de terra (ππ’) e a projeção vertical obliqua a linha de terra (ππ’), basta então pegar dois pontos quaisquer desta reta e então realizar uma MPV, pois, a nova linha de terra (π’1π) tem que ser paralela a projeção horizontal da reta dada.


Resumindo:
- Para tornar-se uma reta qualquer em uma reta frontal, realiza-se uma MPV;
- A nova linha de terra, será paralela a projeção horizontal da reta dada.

TORNAR UMA RETA QUALQUER EM UMA RETA HORIZONTAL

Analogamente a transformação de uma reta qualquer em uma frontal, neste caso também é necessário conhecer previamente a propriedade característica de uma reta horizontal em épura, que é: Possuir a projeção vertical paralela a linha de terra (ππ’) e projeção horizontal obliqua a linha de terra (ππ’). Com isso, basta pegar dois pontos da reta dada e realizar uma MPH, sendo a nova linha de terra (π1π’) paralela a projeção vertical da reta dada.


Resumindo:
- Para tornar-se uma reta qualquer em uma reta horizontal, realiza-se uma MPH;
- A nova linha de terra, será paralela a projeção vertical da reta dada.

TORNAR UMA RETA QUALQUER EM UMA RETA VERTICAL

Como nas transformações anteriores, inicialmente é preciso conhecer a propriedade característica de uma reta vertical em épura, que é, projeção vertical perpendicular a linha de terra (ππ’) e a projeção horizontal reduzida a um ponto. Vale ressaltar que, com apenas uma mudança de plano não é possível tornar uma reta qualquer em uma reta vertical, para isso, é necessário a realização de uma dupla mudança de planos, assim, escolhe-se dois pontos da reta e faz-se inicialmente uma MPV para tornar a reta qualquer em uma reta frontal, ou seja, a nova linha de terra paralela a projeção horizontal da reta dada:


Na sequência, basta fazer uma MPH, lembrando-se sempre da propriedade característica da reta vertical, a qual pretende-se determinar, assim, a nova linha de terra, terá que ser perpendicular a nova projeção vertical da reta dada.


Resumindo:
- Para tornar-se uma reta qualquer em uma reta vertical, realiza-se inicialmente uma MPV de modo a torna-la uma reta frontal, ou seja, a nova linha de terra, será paralela a projeção horizontal da reta dada;
- Na sequência faz-se uma MPH, de modo a tornar então a reta frontal encontrada em vertical;
- Salienta-se que a linha de terra do terceiro sistema, será perpendicular a projeção vertical da reta frontal encontrada.

TORNAR UMA RETA QUALQUER EM UMA RETA DE TOPO

Partindo do conhecimento da propriedade característica de uma reta de topo, que é, a projeção horizontal perpendicular a linha de terra e a projeção vertical reduzida a um ponto. Basicamente faremos o inverso do que fizemos no item anterior, ou seja, iniciaremos com uma MPH, para tornar a reta qualquer dada em uma reta horizontal, e na sequência faremos uma MPV a fim de tornar a reta horizontal encontrada em uma reta de topo. Lembrando sempre que, na MPH a nova linha de terra será paralela a projeção vertical da reta qualquer dada, e na MPV a nova linha de terra será perpendicular a projeção horizontal da reta horizontal encontrada.


Resumindo:
- Para tornar-se uma reta qualquer em uma reta de topo, realiza-se inicialmente uma MPH de modo a torna-la uma reta horizontal, ou seja, a nova linha de terra, será paralela a projeção vertical da reta dada;
- Na sequência faz-se uma MPV, de modo a tornar então a reta horizontal encontrada em de topo;
- Lembrando-se que a linha de terra do terceiro sistema, será perpendicular a projeção horizontal da reta horizontal encontrada no segundo sistema.

SITUAR UMA RETA DADA NO PLANO BISSETOR

Para levar uma reta dada, aos planos bissetores, realizando uma mudança de planos, é necessário o conhecimento das propriedades características de um ponto quando este pertence ao plano bissetor par (βp) ou ao plano bissetor ímpar (βi). Pois a partindo deste conhecimento, basta aplicar esse conhecimento adquirido no decorrer desta postagem para realizar essa mudança de plano. Vejamos:

Supondo que temos uma reta qualquer e queremos que a mesma situe-se no plano bissetor ímpar, basta fazer o mesmo que foi realizado na questão 06 do exercício proposto sobre mudanças de plano no estudo do ponto, nesta postagem, só que agora aplicado ao estudo da reta.
Então, será feita uma MPV. Para isso, inicialmente pega-se dois pontos da projeção horizontal da reta, e utilizando os mesmo como centro de um círculo, é feito em cada uma destas projeções, um círculo de raio igual a cota do ponto, por exemplo, na reta (r) dada com a projeção horizontal do ponto (A) sendo o centro, será feito um círculo de raio igual a cota do ponto (A) e analogamente faz-se o mesmo com o ponto (B).
Então a nova linha de terra terá que ser tangente aos dois círculos, fazendo-se assim, então é realizada a MPV, que irá situar a reta dada no plano bissetor ímpar.


A lógica por trás de tudo é: ao se fazer os círculos de raio igual a cota a partir das projeções horizontais de dois pontos da reta dada, e fazendo a nova linha de terra tangente a esses círculos, fazemos com que a distância dessa nova linha de terra a qualquer ponto da projeção horizontal da reta dada ser igual a cota do ponto analisado, ao se fazer uma MPV, a cota permanece a mesma, tanto em módulo como em sentido (sinal), no novo sistema. Com isso, todo e qualquer ponto da reta encontrada terão cota e afastamento iguais e isso é a característica de um ponto situado no bissetor ímpar, a consequência disto é que nova reta encontrada terá suas projeções simétricas em relação a nova linha de terra.


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Geometria Descritiva - Mudança de Planos no Estudo do Ponto


MUDANÇA DE PLANOS NO ESTUDO PONTO

Mudança do Plano Vertical (MPV)

Para realizar uma MPV, em épura, traça-se da projeção horizontal do ponto uma linha de chamada perpendicular à nova linha de terra (π’1π) e marca-se a partir desta o valor da cota do ponto, de mesmo módulo e mesmo sinal.


Perceba que:
- A projeção horizontal do ponto permanece a mesma.
- A cota do ponto não se altera permanecendo a mesma do sistema inicial, em grandeza e sentido.


Mudança do Plano Horizontal (MPH)

Para realizar uma MPH, em épura, traça-se da projeção vertical do ponto uma linha de chamada perpendicular à nova linha de terra (π1π') e marca-se a partir desta o valor do afastamento do ponto, de mesmo módulo e mesmo sinal.


Perceba que:
- A projeção vertical do ponto permanece a mesma.
- A afastamento do ponto não se altera permanecendo o mesmo do sistema inicial, em grandeza e sentido.

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

01 - Dado o ponto (A){1; -2; -3}, situá-lo no 4º diedro no novo sistema.


02 - Dado o ponto (B){0; 3; 1}, situá-lo no semiplano vertical superior (π's) no novo sistema.


03 - Dado o ponto (A){-1; 2; 3}, situá-lo no 4º diedro no novo sistema.


04 - Dado o ponto (B){0; -2; 3}, situá-lo no semiplano horizontal posterior (πp) no novo sistema.


05 - Dado o ponto (C){2; 2; 4}, situá-lo no 3º diedro no novo sistema.


06 - Através de uma mudança de plano, situar o ponto (A){0; 2; 3} no plano bissetor ímpar (βi).



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sábado, 30 de setembro de 2017

Geometria Descritiva - Mudança de Planos


MUDANÇAS DE PLANOS DE PROJEÇÃO

Consistem na modificação do sistema de representação, mantendo fixa a posição da figura no espaço.

Mudança do Plano Vertical de Projeção (MPV)

Neste caso, substituímos o plano vertical de projeção (π’) por um plano qualquer (π’1) de modo a se ter um outro sistema mongeano, logicamente, havendo uma mudança de plano teremos uma nova linha de terra, que neste caso passará de (ππ’) para (π’1π).


Assim, em épura temos:


Mudança do Plano Horizontal de Projeção (MPH)

Neste caso, substituímos o plano horizontal de projeção (π) por um plano qualquer (π1) de modo a se ter um outro sistema mongeano, assim como na MPV, na MPH teremos uma nova linha de terra, que neste caso passará de (ππ’) para (π1π’).


Em épura:


Agora aplicaremos a mudança de planos no Estudo do Ponto, da Reta e do Plano (clique nos links abaixo).

MUDANÇA DE PLANOS APLICADA AO ESTUDO DO PONTO.
MUDANÇA DE PLANOS APLICADA AO ESTUDO DA RETA.
MUDANÇA DE PLANOS APLICADA AO ESTUDO DO PLANO.


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