segunda-feira, 29 de julho de 2019

Excel aplicado a Topografia: Erro Angular, Correção Angular e Ângulos Horizontais Corrigidos


Então pessoas, tudo beleza?

Vamos dar sequência ao nosso minicurso de Excel aplicado a Topografia, mais precisamente em como realizar um cálculo de uma poligonal fechada com essa ferramenta. O interessante é que, com os conhecimentos adquiridos neste minicurso, vocês facilmente poderão aplicar em outros métodos topográficos o que aprenderem aqui.

Para hoje, vamos iniciar a nossa Planilha de Cálculos com a determinação do Erro Angular, da Correção Angular e por fim os Ângulos Horizontais Corrigidos.

Pois bem, vamos ao que interessa.
De início, abram a nossa pasta de trabalho no Excel, que deve estar assim:


Agora com nossa planilha aberta, tem-se duas opções: 1 - Continuar nessa planilha e dar sequência aos cálculos, ou, 2 - Criar uma nova planilha dentro dessa pasta de trabalho.

Pessoalmente eu prefiro criar uma nova planilha, e assim eu o farei. E esta nova planilha chamarei de Planilha_de_Calculo. E para isso basta clicar nesse símbolo de + ao lado da aba em que se encontra a planilha da Caderneta_de_Campo.

Aqueles que preferirem continuar na mesma planilha pulem esta etapa e vão onde realmente começamos a trabalhar.


Fazendo isso, basta então inserir o nome da nova planilha clicando duas vezes sobre o nome plan1. Ao final a planilha de vocês deve se encontrar assim.


OBS: Eu não coloquei acento agudo por analfabetismo funcional não galera, o motivo é que não é recomendado inserir caracteres especiais em nomes de arquivos de determinados softwares e as planilhas eletrônicas estão nessa lista.

Agora sim, vamos começar a trabalhar (aqueles que pularam começam aqui) nossa planilha de cálculos.

Para iniciar vamos reescrever os dados que realmente iremos utilizar da Caderneta de Campo para nossa Planilha de Cálculos, no caso vamos copiar as colunas A, B e C da Caderneta_de_Campo e colar na Planilha_de_Calculos.


Como também iremos copiar as colunas P, Q, R e S da Caderneta_de_Campo e colar na Planilha_de_Calculos.


Percebam que ao fazer isto, o resultado das células ficaram com vários erros. Isso se deve ao fato de termos fórmulas declaradas nas colunas P, Q, R e S, e na nova planilha essas fórmulas estão endereçadas para dados que não existem nela. Mas, sem esquentar a cabeça facilmente resolvemos este problema.

Basta ir na Célula G4 que está mesclada com a G5 (Planilha_de_Calculos), e digitar =, na sequência, vamos na Caderneta_de_Campo e clicamos sobre a Célula S4 que está mesclada com a célula S5, por fim pressionamos enter.


Ao darmos enter, o ângulo horizontal correto em grau decimal aparece na célula G4/G5, como também em arco sexagesimal, já que nestas células o endereçamento dessas células são para a célula do grau decimal.


Para as demais células dessa coluna, basta selecionar a primeira e arrastar para baixo, que teremos um auto preenchimento.


Pronto. Agora vamos iniciar realmente os cálculos de nossa planilha.

Como inicialmente iremos trabalhar com os dados angulares de nossa poligonal, os dados lineares (distâncias) serão copiados para a planilha de cálculos posteriormente.

Erro Angular Ea


Para quem me acompanha aqui no blogger ou no YouTube, já tem o conhecimento de que em uma poligonal geometricamente fechada (Ea = 0), a soma dos ângulos, no sistema sexagesimal, obedece a uma das seguintes fórmulas:

Σai = 180° * (n-2) → Para ângulos internos a poligonal.
Σae = 180° * (n+2) → Para ângulos externos a poligonal.

Em que: n = nº de vértices da poligonal.

A não ser que vocês acochambrem umas paradas, é evidente que o somatório dos ângulos medidos em campo vai discrepar do resultado do somatório dado por umas das fórmulas acima. Essa diferença é o que chamamos de Erro Angular.

Assim, o erro angular é dado:

Ea = Sa - Σa

Em que:
Sa = somatório dos ângulos medidos em campo;
Σa = somatório angular de uma poligonal geométricamente fechada.

Sabendo disso, vamos jogar essas fórmulas em nossa Planilha.

Para o Sa usaremos a Função SOMA do Excel, onde, basta na célula onde queremos identificar esse valor digitar =SOMA(Selecionar as células que deseja fazer a soma)

Nota: clicamos na primeira célula, pressionamos SHIFT e clicamos na última célula.


E por fim pressionamos enter.


Agora por estética, vamos preencher as colunas D, E e F da linha 17, no caso inserirmos as fórmulas de conversão de Grau Decimal para arco sexagesimal. Para isso, vamo apenas copiar da Caderneta_de_Campo e colar na Planilha_de_Cálculo.


Para o Σa vamos apenas replicar a fórmula no Excel, só temos que atentar ao seguinte, neste, precisamos do número de vértices. Aí fica a seu critério, digitar logo o valor, ou declarar n em uma célula, para automatizar a parada eu vou na segunda opção.

Para isso, vamos utilizar a Função CONT.valores, essa função conta o número de células não vazias, assim, usando ela e selecionando as células das estações, que são iguais ao números de vértices, ela chegará ao número de vértices de nossa poligonal, após pressionar ENTER.


Agora vamos aplicar a fórmula do somatório dos ângulos de uma poligonal geométricamente fechada, lembrando que para nosso caso os angulos medidos foram externos a poligonal como citado no post anterior. Assim:

Σae = 180° * (n+2)

No Excel:


Desta forma, já temos o Sa e o Σa podemos calcular o Erro Ângular (Ea).



Com isso calculamos o Erro Angular cometido em nosso levantamento. Destaco aqui, que após a determinação do Erro Angular, precisamos verificar a Tolerância Angular para o Levantamento, ou seja, o que é tolerável errar angularmente. Esta tolerância, depende do número de vértices e da precisão angular do equipamento utilizado no levantamento, para mais informações sobre tolerância angular recomendo que leiam a NBR 13133, ou essa postagem AQUI, de nosso blog. Pois, para essa poligonal sei que a mesma está dentro da tolerância e não é objetivo dessas postagens a explicação sobre a Tolerância Angular. Cabe ressaltar que, levantamentos fora da Tolerância Angular devem a via de fato e dúvidas serem refeitos por completo, ou, para profissionais que dominam o Ajustamento das Observações a aplicação de Testes para determinar se houveram erros em um ou mais vértices para retornar a campo e realizar novamente as medidas apenas nos vértices que apresentaram erros, como por exemplo, com o Teste de Baarda.

Vamos então para a Correção Angular.

Correção Angular (Ca)


O erro angular é distribuído equitativamente para todos os vértices da poligonal. A correção ângular deve ser em sinal contrário do erro angular. Assim a Correção Angular é expressa:

Ca = -(Ea/n)

Em que:
n = nº de vértices da poligonal.

No Excel:


Agora, ao tentar fazer a "estética" de nossa planilha chegaremos a um, bug, valor bem louco...


Isso ocorre pelo fato da nossa equação de transformação de Grau Decimal para Arco Sexagesimal só trabalhar com valores positivos, como a correção angular foi negativa esse bug aconteceu, mas, relaxem que é bem simples de ser resolvido.

Vamos utilizar a Função ABS, que retorna o valor absoluto de um número expresso na célula. Como também vamos realizar uma adaptação. Nota: Esse desenvolvimento foi eu que fiz, não vi em nenhum lugar essa metodologia, em resumo: Sou foda!!.

Sabemos que:

Para o valor do Grau usamos: INT(Grau Decimal);
Para o valor dos Minutos usamos: INT((Grau Decimal - INT(Grau Decimal))*60); e
Para o valor dos Segundos usamos: ((Grau Decimal - INT(Grau Decimal)*60 - INT((Grau Decimal - INT(Grau Decimal))*60))*60

Para trabalhar com valores negativos temos que adaptar, no caso:

Para o valor do Grau usamos: -(INT(ABS(Grau Decimal)));
Para o valor dos Minutos usamos: -(INT((ABS(Grau Decimal) - (INT(ABS(Grau Decimal))))*60)); e
Para o valor dos Segundos usamos: ((Grau Decimal - INT(Grau Decimal)*60 - INT((Grau Decimal - INT(Grau Decimal))*60))*60. Isso mesmo, para o cálculo dos segundos, não tem alteração na fórmula.

Percebam, em todos os valores eu informei para calcular o valor absoluto (módulo), ou seja, positivo da célula selecionada, e então com toda a fórmula fechada entre parênteses inseri o valor negativo para que o resultado fosse dado de acordo com o valor real.

Aplicando essa parada toda no Excel (para o grau e minuto), é bem simples, pois só iremos alterar o que já temos, vejamos:


Pressionando ENTER, o resultado será mostrado conforme.


Pronto, agora vamos ao próximo passo para finalizar esta etapa de nossa planilha e esta postagem.

Ângulos Horizontais Corrigidos


A os ângulos horizontais corrigidos são feitos de forma direta, pois, como temos o valor da correção angular por vértice basta somar esta a cada ângulo medido no levantamento.

α = αcampo + Ca

Voltando ao Excel, vamos então inserir as quatro colunas referentes aos ângulos horizontais corrigidos (Grau, Minuto, Segundo e Grau Decimal).


Então agora vamos inserir a equação para calcular cada ângulo horizontal corrigido.


Já esteticamente formatada essa linha.


Agora para completar as demais células referentes aos ângulos horizontais corrigidos, não podemos apenas arrastar para baixo a fórmula declarada em K4, isso se deve ao fato do Excel entender que ao arrastar uma fórmula de uma célula de cima para uma de baixo, os valores ao qual ele irá buscar também irão descer, por exemplo:


Vejam que ao arrastarmos apenas uma célula para baixo, o Excel entendeu que, o ângulo também desceria uma célula e como as células dos ângulos horizontais e ângulos horizontais corrigidos, são iguais, no caso, tem a mesma configuração, ou seja, são um mesclado de duas linhas e estão na mesma posição, corretamente a fórmula declarada ao descer foi buscar o valor na célula correta, enquanto que a correção angular, por não ser configurada igual a célula do ângulo horizontal corrigido, desceu duas linhas, indo então para uma célula que estava vazia, causando um erro no cálculo.

E aí, como resolvemos isso?... Bem simples pessoas, como nessa situação, a correção angular é a mesma para todos os ângulos horizontais, vamos fixar a célula da correção angular na declaração da fórmula.

E como fixamos uma célula em uma equação do Excel?... Inserindo o símbolo $ antes da referência da coluna e $ antes da referência da linha.

No caso de nossa planilha, a correção angular encontra-se na célula G26, assim, para fixarmos ela na declaração da fórmula do ângulo horizontal corrigido, fazemos: $G$26.

Simples, não!


Fazendo isso o Excel vai entender que só irá mudar o ângulo, porém a correção será a mesma para todos os ângulos, então agora basta clicar na célula que acabamos de declarar a fórmula e então arrastar para baixo.


Pronto, para finalizar vamos arrastar as fórmulas para a conversão em arcos sexagesimais.


Com isso, esta etapa dos cálculos é finalizada. Agora em nossa Planilha de Cálculos, temos: O Erro angular, a Correção angular e os Ângulos horizontais corrigidos.


Então galera, espero que vocês tenham conseguido acompanhar e chegado até aqui junto comigo. Na próxima postagem, vamos realizar o cálculo dos Azimutes dos Alinhamentos.

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Excel aplicado a Topografia: Solução da Caderneta de Campo


A muito tempo atrás, lancei um vídeo no YouTube onde eu explicava detalhadamente o cálculo de uma poligonal topográfica fechada. E muita gente curtiu meu trabalho lá, então hoje alguns anos depois resolvi fazer uma série de postagens onde irei explicar como realizar este cálculo no EXCEL de forma básica, ou seja, qualquer pessoa que acompanhar nossa sequência de aulas irá conseguir desenvolver a sua planilha.

Pois bem, fez-se um levantamento planimétrico pequeno, em que, com a Estação Total realizaram-se lances em Posição Direta e Inversa da Luneta, coletando Ângulos e Distâncias Horizontais, conforme o croqui abaixo.

Nota: os ângulos horizontais foram todos medidos no sentido horário e externos a poligonal.

Assim, chegamos como resultado do campo a seguinte caderneta de campo:


Pois bem, para iniciar devemos escrever essa caderneta de campo no Excel, assim, vamos abrir o Excel e criar uma nova pasta de trabalho em branco, essa pasta chamaremos de Caderneta_de_Campo.

Percebam, que os dados de graus, minutos e segundos devem ser colocados um em cada célula.

Agora iremos realizar o primeiro cálculo de nossa caderneta de campo, que é a conversão dos ângulos que estão em arco sexagesimais para graus decimais, para isso é necessário a criação de duas novas colunas, a primeira dela entre a coluna F e a coluna G e a segunda entre as colunas I e J.

Para criar a primeira coluna, basta colocar o cursor do mouse sobre a coluna G (no G mesmo), e clicar com o botão direito do mesmo e clicar em inserir. Analogamente para a segunda coluna agora coloca-se o mouse sobre a coluna "K" e repete o processo anterior.


Nessas novas colunas iremos inserir a fórmula para a transformação das medidas ângulares que estão em arco para grau decimal, a fórmula é bem simples, isto será feito, pois adiante teremos que trabalhar com trigonometria, e, diferentemente das nossas calculadoras o Excel não converte arcos sexagesimais em radianos, isto é feito "manualmente" e para transformar de arco para radianos é necessário, primeiramente, a transformação para decimais. Assim:

GG° MM' SS" = GG + MM/60 + SS/3600

No Excel:


Para não ter que reescrever todas as equações, vamos arrastar a mesma para as células de baixo, para isso, basta selecionar a célula que já tem a fórmula e arrastar para baixo.


Analogamente para a coluna K, assim, chegamos aos resultados:


Deste ponto, vamos agora calcular a média dos ângulos em PD e PI, no caso, quando se realiza medidas com Estação Total em Posição Direta (PD) e Posição Inversa (PI) da Luneta, o que tentamos fazer é a eliminação de erros sistemáticos do equipamento. Ao realizarmos essas medições é como se fizéssemos duas medidas para aquele mesmo ângulo, então o melhor valor é a média desses ângulos medidos, pois estes tendem a ter menos erros.

O cálculo da média entre PD e PI é bem simples pois:

L= (PD+PI)/2 ± 90°
Soma-se 90° se PD for maior que PI;
Subtrai-se 90° se PD for menos que PI.

Sabendo disso, em nossa planilha iremos criar mais 4 colunas, essas devem estar depois da coluna K, assim:


Agora na coluna O iremos inserir a fórmula para o cálculo das médias de PD e PI, agora observe, o valor de mais ou menos 90° tem uma condição, deste modo a fórmula do Excel tem que deixar claro quando será +90° ou menos 90°. Para isso usaremos a Função SE.

Vejamos, a condição para somar 90° é se a leitura em PD for maior que a leitura feita em PI, caso contrário vamos subtrair 90°. Sabendo disso o teste lógico da função SE, deve ser expresso:

SE(PD>PI;((PD+PI)/2)+90;((PD+PI)/2)-90)

Em que:
PD > PI = Teste lógico;
((PD+PI)/2)+90 = cálculo que será realizado caso o teste lógico seja verdadeiro;
((PD+PI)/2)-90 = cálculo que será realizado caso o teste lógico seja falso;

O diferencial é que iremos já trabalhar com os valores em Grau Decimais, ficando deste modo no Excel:


E o resultado sairá em grau decimal na primeira célula, para levar para as demais basta arrastar. Assim:


Agora, por questão de "estética" para nossa planilha ficar bonitinha e completa, vamos realizar a transformação inversa de grau decimal para arco sexagesimal, de modo a preencheermos as colunas L, M e N.

Para quem não lembra.

GG,MMMMSSSSS°
GG° = GG
GG = GG,MMMMSSSSS - 0,MMMMSSSSS

MM' = MM,SSSSSSSSS - 0,SSSSSSSSS = MM
MM,SSSSSSSSS = (GG,MMMMSSSSS - GG)*60 = 0,MMMMSSSSS*60

SS" = (MM,SSSSSSSSS - MM)*60 = 0,SSSSSSSSS*60

Ou seja, o grau é a parte inteira (o que está antes da vírgula) do grau decimal , o minuto é a parte inteira (o que está antes da vírgula) do minuto décimal, que é o grau decimal menos sua parte inteira multiplicado por 60 e o segundo é o minuto decimal menos a sua parte inteira (o que está antes da vírgula) multiplicado por 60.

Então agora vamos mostrar no Excel como executar esse cálculo, que aparenta ser dificil mas, é extremamente simples de ser feito.

Primeiro o grau, utilizaremos a Função INT (Para quem não lembra ou  não sabe, a Função INT, pega apenas a parte inteira de um número decimal, por exemplo: INT(15,656769) = 15): INT(Grau Decimal)


Para os mínutos, também utilizaremos a Função INT: INT((Grau Decimal - INT(Grau Decimal))*60)


Por fim os segundos, utilizaremos novamente a Função INT, só que com uma variação: ((Grau Decimal - INT(Grau Decimal)*60 - INT((Grau Decimal - INT(Grau Decimal))*60))*60. Esta fórmula imensa é reduzida no Excel, pois como podemos ver ela é baseada nas duas fórmulas anteriores, ou seja já estão declaradas nas células de Grau e Minuto, assim:


Para realizar esses cálculos nas demais células basta selecionar as três células já calculadas e arrastar para baixo:


Agora chegamos em uma das partes mais importantes, que é o cálculo do Ângulo Poligonal, ou seja, o ângulo horizontal que realmente iremos utilizar em nossos cálculos. Este ângulo é dado por:

α = Média (Vante) - Média (Ré)

No Excel, iremos criar mais uma coluna após a coluna O:


E assim inserimos a fórmula como descrita anteriormente.


Por fim, selecionamos a célula na qual já inserimos a fórmula e arrastamos para as demais:


Novamente por estética, iremos criar mais 3 colunas após a coluna O, para ocuparmos com os valores dos ângulos poligonais só que em arco sexagesimais, utilizando a Função SE.


Pelo fato de já termos declarado essas funções, não precisamos reescrevelas nessas células, basta copiarmos de uma célula que já tenha, e que esteja na mesma linha, dessa forma o Excel entenderá de forma correta de onde o valor para a fórmula deve ser retirado. Assim:


Analogamente para os minutos e segundos. Temos:


Para completar esta parte, precisamos preencher as demais células, para isto basta arrastar as três células para baixo, PORÉM, percebam, que a coluna dos ângulos poligonais, cada célula é um mesclado de duas linhas, então para que não tenhamos erros ao arrastar as fórmulas do arco sexagesimal para baixo, devemos mesclar as células dessas 3 colunas de duas em duas linhas, para isso usaremos a função mesclar do próprio Excel.


Agora sim, para finalizar selecionamos as 3 células (já mescladas) e arrastamos para baixo.


Agora para finalizarmos o cálculo da caderneta de campo e também esta postagem, vamos cálcular a média das distâncias.

D=(D(PD)+D(PI))/2

Diretão mesmo,só temos que atentar que as colunas das distância também estão mescladas de duas a duas linhas, assim na média temos que fazer conforme explicado anteriormente. Assim no Excel temos:


Como anteriormente para preencher as demais células basta clicar na célula que já foi declarada a fórmula e arrastar para baixo:


Dessa forma, nosso cálculo da Caderneta de Campo é finalizado.


Espero que todos tenham conseguido chegar até aqui, em nossa próxima postagem dessa série vamos iniciar nossa Planilha de Cálculos, onde iremos cálcular o Erro Angular, a Correção Angular e os Ângulos Horizontais Corrigidos.


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